RECEPÇÃO

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Ke$ha


I am cannibal.

- J.

Dulce María


Es que no enamorarme de ti es inevitable.

- J.

Bonnie Tyler*


Once upon a time I was falling in love, now I'm only falling apart. There's nothing I can do, a total eclipse of the heart.
*A versão do Glee ficou tão boa quanto a original da Bonnie Tyler.

- J.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Confidente.


Depois daquele dia, em que demos risadas, filosofamos, brincamos e até ficamos sérios, eu tive certeza de que você seria o escolhido! Esperava que no dia seguinte você ligaria ...Passou-se horas e por fim semanas.
 Agora, mais do que nunca, eu tenho certeza de que você não é a pessoa certa para mim.

C.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Feliz Halloween!



A palavra Halloween tem origem na Igreja católica. Vem de uma corrupção contraída do dia 1 de novembro, "Todo o Dia de Buracos" (ou "Todo o Dia de Santos"), é um dia católico de observância em honra de santos. Mas, no século V DC, na Irlanda Céltica, o verão oficialmente se concluía em 31 de outubro. O feriado era Samhain, o Ano novo céltico.
Alguns bruxos acreditam que a origem do nome vem da palavra hallowinas - nome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).



O Halloween marca o fim oficial do verão e o início do ano-novo. Celebra também o final da terceira e última colheita do ano, o início do armazenamento de provisões para o inverno, o início do período de retorno dos rebanhos do pasto e a renovação de suas leis. Era uma festa com vários nomes: Samhain (fim de verão), Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol. Mas o que ficou mesmo foi o escocês Hallowe'en.
Uma das lendas de origem celta fala que os espíritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam à procura de corpos vivos para possuir e usar pelo próximo ano. Os celtas acreditavam ser a única chance de vida após a morte. Os celtas acreditaram em todas as leis de espaço e tempo, o que permitia que o mundo dos espíritos se misturassem com o dos vivos.
Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casa, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir, (Panati).
Os Romanos adotaram as práticas célticas, mas no primeiro século depois de Cristo, eles as abandonaram.
O Halloween foi levado para os Estados Unidos em 1840, por imigrantes irlandeses que fugiam da fome pela qual seu país passava e passa ser conhecido como o Dia das Bruxas.

A brincadeira de "doces ou travessuras" é originária de um costume europeu do século IX, chamado de "souling" (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas, os cristãos iam de vila em vila pedindo "soul cakes" (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de pão com groselha.
Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma oração por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por um certo tempo após sua morte e que as orações ajudavam-na a ir para o céu.

Alguns significados simbólicos
a abóbora: simboliza a fertilidade e a sabedoria
a vela: indica os caminhos para os espíritos do outro plano astral.
o caldeirão: fazia parte da cultura - como mandaria a tradição. Dentro dele, os convidados devem atirar moedas e mensagens escritas com pedidos dirigidos aos espíritos.
a vassoura: simboliza o poder feminino que pode efetuar a limpeza da eletricidade negativa. Equivocadamente, pensa-se que ela servia para transporte das bruxas.
as moedas: devem ser recolhidas no final da festa para serem doadas aos necessitados.
os bilhetes com os pedidos, devem ser incinerados para que os pedidos sejam mais rapidamente atendidos, pois se elevarão através da fumaça.
a aranha - simboliza o destino e o fio que tecem suas teias, o meio, o suporte para seguir em frente.
o morcego - simbolizam a clarividência, pois que vêem além das formas e das aparências, sem necessidades da visão ocular. Captam os campos magnéticos pela força da própria energia e sensibilidade.
o sapo - está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.
gato preto - símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Unirverso
Cores:
Laranja - cor da vitalidade e da energia que gera força. Os druidas acreditavam que nesta noite, passagem para o Ano Novo, espíritos de outros planos se aproximavam dos vivos para vampirizar a energia vital encontrada na cor laranja.
Preto - cor sacerdotal das vestes de muitos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes em geral. Cor do mestre.
Roxo - cor da magia ritualística.




Fonte:nesse site


Bjs C. a sumida

sábado, 9 de outubro de 2010

Lembranças

Tá. Imagino que meio mundo já tenha assistido, mas para o meio mundo que ainda não, eu digo com sinceridade: é muito bom e vale a pena assistir mesmo.



"Não viva para que sua presença seja notada, mas para que sua falta seja sentida."

- J.

Jane Austen

Sabe aquela história que te fascina, mas você não consegue explicar o porquê? É o que eu sinto com relação à "Orgulho e Preconceito", da Jane Austen.





"Estavam confinados, pelo resto da noite, a mesas diferentes, e ela nada mais podia desejar além de que seus olhos se voltassem com tanta frequência para o seu lado da sala que isso o fizesse jogar tão mal quanto ela."




- J.

 
 


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Gitana

"Ay, ay, ay, Gitana!
      Veo la noche en tu mirada,
      hay misterio en tu sonrisa,
      y en sus labios, promesa.
Ay, ay, ay, Gitana! Olé!"

- J.

(...)

     Gritava em silêncio sempre.
            Suprimiu sua garganta, sufocou-se.
                      Não mais falou.


- J.

sábado, 18 de setembro de 2010

Neon Trees


Oh oh, I want some more. Oh oh, what are you waiting for? Take a bite of my heart tonight.

- J.

NeverShoutNever!


you're only as tall as your heart will let you be and you're only as small as the world will make you seem.

- J.

Fosco

Mas seus olhos tinham um reflexo fosco. Seu travesseiro encharcado transferiu àqueles olhos um quê embaçado... Entretanto, ainda possuía o brilho de algum tempo atrás, só não se lembra em qual gaveta o trancou.

- J.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Rihanna


Would you make me feel like I'm the only girl in the world?

- J.

Interpretação


Não tema mudanças.
Aceite-as, simplesmente. Um dia, tudo se evidencia e percebemos sua naturalidade.
As vezes, a felicidade não está sob as perspectivas que criamos. Talvez seja necessário um pouquinho de coragem e deixar que a vida nos guie até onde pertencemos, a quem pertencemos.

"Algumas vezes, adeus é uma segunda chance" Dê a si mesmo uma segunda chance de ser feliz. Nada é por acaso; continuar andando na mesma trilha é tão arriscado quanto mudar o caminho. As decepções vividas serão usadas como matéria prima de diversas conquistas. Acredite. Arrisque-se e grite aos quatro ventos: "estou apavorado!". Perder pode ser um ganho, é uma questão de interpretação e aquela velha história: "Para você, um copo está meio cheio ou meio vazio?"

- J.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Pollyanna - Eleanor H. Porter

É um dos meus livros preferidos.
A história em si, como tudo acontece, pode parecer um tanto infantil, mas que ensina uma linda lição de vida, ensina.
Existem coisas que conseguem nos mudar de modo singular... Da primeira vez que li, eu achei bonito da mesma forma, mas nessa minha segunda leitura que fiz, acredito ter influenciado um pouco mais.
Sempre há um motivo para sorrir. Esse motivo só é complicado de encontrar porque as vezes é muito simples.

Recomendo.

"A influência de um belo caráter é contagiosa, e pode revolucionar uma vida inteira..."

- J.

Ke$ha


I'm dancing with tears in my eyes, just fighting to get through the night. I'm losing it, with every move I die. I'm faded, I'm broken inside.

-J.

Animais...Amigos...Amor!



A compaixão pelos animais está intimamente ligada a bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem." (Arthur Schopnhauer)

C. (volti)

domingo, 12 de setembro de 2010

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Surpresa

Posso dizer que muitas pessoas depois que lerem isso e verificarem o assunto, dirão qualquer coisa relacionada a fanatismo. Talvez até seja, mas ao mesmo tempo que parece bobeira de adolescente, é algo importante. É importante não só pra mim, mas para várias pessoas que encontraram na música algum apoio, alguma ajuda; que viram em alguma banda algo em que se inspirar, algo para tomar como base.

Bom, indo diretamente ao ponto, em novembro, ocorrerá um show da minha banda favorita aqui, um show do Tokio Hotel. Eu acho que foi uma surpresa tão grande para mim, que a reação ficou presa na garganta. Em meio a um ano realmente problemático, ainda não encontrei palavras para o que será ver as pessoas que trabalharam em músicas e projetos que me influenciaram e ajudaram tanto, assim, a metros de distância. Mostrou-se algo inexplicável para mim, um presente que eu queria ganhar desde 2008.

Assim sendo, queria agradecer à todos os fãs, que tornaram isso possível, tornaram posível a realização de um sonho. Realizaram votações, trabalharam na divulgação e sempre apoiaram a banda, de forma incontestável. Nunca vi fãs tão conectados assim a um grupo e gosto de pensar que eu também faço parte desse elo de certa forma. Obrigada pela surpresa.

- J.

Metric (Eclipse Soundtrack)


- J.

Anahi


Ya no curare tu soledad, cuando duerma la ciudad. No estaré para oír tus historias tontas. No, por que tienes miedo de sentir, porque eres alérgico a soñar y perdimos color por que eres alérgico al amor.

- J. achou a música linda linda linda.

Katy Perry


Infect me with your love and fill me with your poison.

- J.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Mal Entendido

Havia tanto que ela gostaria de dizer. Eram tantos problemas, tantos conflitos, que em meio às suas desculpas, tropeçou nas palavras e tudo o que sobrou foi um mal entendido.
O mal entendido culminou de uma forma que encontrar a saída tornou-se uma busca impossível, suas lágrimas embaçavam sua visão, não sabia por onde andava. E em meio aos seus caminhos errôneos, tropeçava mais e mais.

Medo.

- J.

domingo, 5 de setembro de 2010

Força

Costumava ter sentimentos fortes por ti. Nem bons, nem ruins. Fortes.
Arrisco dizer hoje, que tais emoções eram produtos de diversas misturas, em diferentes quantidades, de medo e paz. O resultado seria no mínimo complexo.
Com o passar do tempo, tais sentimentos demonstraram possuir valor anestésico. Eram, no fim, preparativos.

- J.

Sonho Descrito

Ela tentava transpor seu sonho para o papel. Procurava as palavras, mas perdia-se em seu subconsciente.
Procurou em livros, dicionários, pediu ajuda à mestres, mas não conseguia descrever aquilo que vivia implícito em seus pensamentos, não eram suficientes os adjetivos, pronomes ou verbos.
Todavia, ela sempre soube que jamais conseguiria escrever tal momento, e no final, de que lhe serviria? Era preferível deitar em sua cama, fechar os olhos e imaginar, só imaginar.

Largou o papel, a caneta, deitou-se e se pôs a sonhar uma vez mais...

- J.

Torture song on Harry Potter


SOFRI MUITO HAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Genial!

- J.

Então

E não era você quem me desprezava.
Era eu, quem pecava na valorização.


- J.

sábado, 4 de setembro de 2010

Seca e Chuva

Ela ficou fora durante toda aquela noite seca, sentada, admirando as estrelas no calor da madrugada, pensando.
Pôde apreciar o amanhecer. Pensava nele. Pensava em seu orgulho, em não ter dito que o amava quando teve a chance. O primeiro raio solar veio iluminar seu rosto. Olhou para o horizonte, via a grama se movendo, uma brisa leve começou a soprar, trazendo um aroma de chuva.

Toda vez que chovia, lembrava-se dele e daquele fatídico dia, em que se orgulho a fez engolir seus sentimentos. Ela entendia que dificilmente o veria agora, mas contentava-se em saber que lembraria-se dele a cada gota de chuva, por isso desejava que os dias secos passassem depressa. Olhou para o céu, sentiu que ia chover, mas ao olhar para o horizonte, viu que o aroma de chuva era ele, vindo em sua direção.

E o efeito foi como a primeira chuva depois de vários dias secos. Ela sentia-se feliz, tranquila, completa. Ficaram encarando-se por um longo minuto, quando o céu anunciou a verdadeira chuva. Com as primeiras gotas, encontraram-se abraçados, enlaçados, presos um ao outro. A seca precisava de água, assim como a chuva necessitava alguém que a aceitasse.

- J.

sábado, 28 de agosto de 2010

Moonlight Sonata

O luar mostra-se tão poderoso ao céu. Seu brilho demonstra sua ternura, entretanto, sendo uma singela pérola, que varia em tons de branco e marfim, em meio às nuvens, também demonstra-se tão tenebroso, assustador. A névoa que corre ao seu redor somente intensifica tal característica, mas ao mesmo tempo, é uma luz em meio à escuridão infinita da noite.
E ao caminhar sob a relva, no sereno da madrugada, contemplando aquela beleza tão sombria, percebi que nada poderia ser tão magnífico quanto àquele espetáculo de horror tão maravilhoso. Nada comparava-se à Lua, tão sutil e com seu esplendor intocável, mesmo em meio ao breu do universo, ela para sempre brilharia, era uma das únicas certezas incontestáveis.

- J.

Makano


si tu supieras cuanto yo a ti te amo, y estar contigo es lo que me hace más feliz

- J.

3OH!3



you're the one thing on my mind, but that could change anytime

- J.

domingo, 22 de agosto de 2010

Cortinas, marcações, rachaduras

E ele olhava para aquele teatro mais que nostálgico. Olhava as marcações no palco, tão antigas, tão cheias de histórias para contar. Ah, o que aquelas cortinas diriam se pudessem falar? Contariam sobre as peças. Sobre os atores. Sobre falas marcantes e outros erros de atuação, erros que entre as coxias, eram momentos hilariantes...

Não entendia como puderam abandonar aquele teatro. Aquela casa tão cheia de magia e sensações reconfortantes. Começou a lembrar-se de cada nervoso sentido atrás das cortinas minutos antes da estréia. De cada personagem já interpretado. E os aplausos? Alguns não foram tão saudosos, mas ao olhar para os demais atores e ver aquele brilho de conquista, o que importava não eram os aplausos e sim poder agradecer, de mãos dadas, com os demais atores e atrizes, que na verdade, eram amigos, amigos inesquecíveis.

Mas agora, nada disso importava mais. Abandonaram aquela casa. A poeira acumulada dava um tom cinza ao que antes era repleto de cores. As rachaduras, ignoradas, agora indicavam o desmoronamento.
Ele estava sentado na primeira fileira, com um único holofote aceso, revivendo suas memórias.
O único feixe de luz que iluminava o palco fora apagado. Provavelmente a luz havia queimado. Mas ele continuou lá, no escuro, revivendo suas memórias.

- J.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Monstro

O problema de tudo isso, é que eu me sinto um monstro. Só.
E tampouco sei como lidar com tal, uma vez que beira à ironia.

- J.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Ilusão, comigo não!

Não confio mais em você, entreguei todas as fichas e você me recompensa apenas com um mísero "Você é especial". Isso que você diz ser especial é da boca pra fora, na verdade você quer apenas flertar, jogar o verde pra colher maduro, me usar e ainda por cima me fazer acreditar que meu corpo é seu objeto, seu brinquedo!
Já era, eu sou crescida o bastante pra entender suas malícias, não quero mais seu "especial", se me quer de volta faça por merecer, ai sim, pensarei no seu caso!
Ah, e se quiser mesmo me ter por inteira terá que me amar verdadeiramente!

C.

domingo, 8 de agosto de 2010

Bon Jovi


every time I look at you, baby, I see something new that takes me higher than before and makes me want you more.

- J.

Pai,

faltam-me palavras para descrever o que és para mim. Mais que meu herói, mais que meu protetor, o meu anjo na Terra. Aquele que acompanhou meus primeiros passos, palavras, aceitou-me como eu nasci, com meus defeitos e qualidades. Entretanto, para você, sempre fui sua princesa perfeitinha.
Quando penso em meu futuro, lembro-me dos principais responsáveis, você e minha mãe, mas você, Pai, ensinou-me coisas que levarei para sempre, coisas que contruíram o meu caráter de hoje e serão o alicerce de meus atos no amanhã. Ah, Pai, se soubesse como adoro-te...
Pessoalmente, limito-me à frases e atos pequenos quando dirijo-me à você, mas saiba que com o meu abraço de dia dos pais, quis dizer tudo que escrevi aqui e alguma coisa mais, que creio não existirem palavras para descrever. Feliz dia dos pais, 'papi'.

- J.

B.o.B ft. Hayley Williams


can we pretend that airplanes in the night sky are like shooting stars? I could really use a wish right now.

- J.

sábado, 7 de agosto de 2010

Primeiras palavras

Curioso serem estas as primeiras palavras que junto para falar sobre você.
Estranho como eu consegui adormecer um sentimento,
como se ele nem fosse real, e sim um pedaço de um sonho.
Um sonho bom.

Estranho como só agora eu estou tentanto lembrar da sua face,
dos seus traços e compassos e trejeitos,
da essência intensa e delicada que você costumava transmitir.
Onde estarão, todas essas realidades?
Afinal, você era um sonho.

É como se houvesse nascido uma flor, em meio ao inverno.

- J.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

À deriva

E estou novamente rabiscando papéis, procurando palavras para descrever aquilo que eu muito bem entendo não haver explicação. Como me sinto? Prefiro deixar em branco.

Talves seja isso: o branco. O neutro. A calmaria agitada, problemática. Sinto-me em um barco à deriva, no meio do oceano azul.Onde estão os verbos, conjunções, preposições, substantivos, adjetivos...? Todos jogados ao mar, em meio à tantas outras particularidades, e circulam tão velozmente que não consigo pescá-los. Irrito-me.
Queria encontrar uma ilha. Quem sabe as palavras perdidas na areia sejam mais fáceis de serem capturadas...

- J.

Sofrimento e Compaixão

Sofrimento, por quê não vai embora?
Sofrimento complicado e tosco, em meio à tantas outras prioridades...
Sofrimento, por quê insiste em ficar? Não te quero. Faz-me mal.

Mas, posto que também é um ser como todos os outros,
a ideia de rejeição o assusta, o entristece.
Irônico, não?

Mas o que fazer, quando o convívio com aquilo que tão mal provoca,
torna-se incômodo, uma vez que a compaixão prevalece?
Sofrimento que não se importa comigo, mas clama minha atenção,
e eu, ao pensar que tuas lágrimas podem ser tão cristalinas quanto às minhas,
vejo-me junto à ti, novamente, num ato inútil de tentar amar-te como antes.

- J.

sábado, 31 de julho de 2010

Alicerce

- Eu não quero mais ser o herói, ser a figura que todos impuseram-me. Eu não sou nada disso, eu não aguento mais, eu queria só ser eu, somente e exclusivamente eu, de novo. Sabe? Eu não sou o herói, nunca fui, e nunca quis ser. Não aguento mais sustentar todos os pilares, como se eu fosse a viga chave da construção, não aguento mais todo esse peso... Você me entende?

- Mas quem um dia pediu que você fosse o herói? Você aceitou, talvez inconscientemente, o papel do alicerce e embora ele não lhe pertença, você o executa mesmo assim...

- J.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

"I believe in nothing, but the truth of who we are"

E no fim, é tudo que nós temos. A verdade, a essência das pessoas.
Sem isso, elas são somente um aglomerado de células, pouco interessante...

- J.

30 Seconds to Mars


well, I'm not saying I'm sorry. One day maybe we'll meet again.

- J.

terça-feira, 27 de julho de 2010

The Pretty Reckless


and as I watch you disappear into the ground my one mistake was that I never let you down. so I'll waste my time, and I'll burn my mind.

- J.

Natasha Bedingfield


we dance, we laugh, we touch

- J.

Curta: SIGNS


Por que as vezes, o silêncio fala mais alto. Amei.

- J.

Corredor de Hotel

     Enquanto subia os andares no elevador deteriorado daquele antigo hotel, pensava nas palavras que diria à ele. Ironicamente, não estava nem conseguindo definir meus sentimentos, a busca pelas frases corretas, na ordem certa, era uma tarefa complicada no contexto em que me encontrava.
     Quando finalmente me vi em frente ao corredor silencioso, cheio de quartos, hesitei. Deveria continuar? Porém, antes de me conceder qualquer tipo de dúvida, lembrei que nunca havia agido por impulso antes e tinha uma certa vontade ser levada pela insanidade da situação. Entretanto, bem que eu poderia ter escolhido uma situação menos complexa; meu Orgulho já estava declarando uma guerra interna contra minhas indefesas Emoções. Coitadas. Estavam sentindo pela primeira vez um gostinho de vitória...
     Procurei avidamente em minha bolsa pelo papel que continha o número do quarto. Minhas mãos tremiam, tinha evitado pensar nisso até o presente momento, no entanto, era inevitável agora. O que eu faria? Caminhei relutante pelo corredor, procurando pelo respectivo quarto. Quando estava em frente à porta do dormitório 704, congelei. Pude sentir a adrenalina ao mesmo tempo que minha feição passava do medo para a inexpressão. Virei-me, sentindo aquelas paredes emboloradas nas minhas costas, sentei-me no chão, e lá fiquei. Sem ação.
     Entretanto, ainda podia ouvir. Consegui escutar a televisão ligada no quarto vizinho e a criança chorando na porta à frente e assim pude deleitar-me com esses sons, enquanto meus músculos continuavam em greve. Nesse momento, um único pensamento dominou minha mente: Correr. Sair correndo pelo corredor, pela rua, enquanto destruía o bilhete freneticamente com o endereço, para que não voltasse mais. Estaria meu Orgulho ganhando? Provavelmente sim.
     Estava quase acatando ao toque de recolher que meu subconsciente gritava, quando escutei um rangido e meu coração parou. Olhei para o lado, desejando, esperando não ver o que aquele barulho denunciava. Súplicas mais inúteis não poderiam existir. Ele, o alvo de todo aquele meu drama, surgiu do quarto e espantou-se com a minha presença ali, sentada em uma provável mudança de cores - a antiga palidez deu lugar ao vermelho da vergonha.
      Ambos ficamos quietos por um tempo. É claro que eu não quebraria o silêncio. Meu corpo em estado de alerta, ordenando que eu pulasse da janela, saísse correndo, qualquer ação além da paralisação era válida.
      A voz dele decidiu ecoar naquele corredor silencioso, no entanto, o tom que veio com elas, não era severo, era curiosidade: "Hm... Você? O que você tá fazendo aqui?"
      Custou-me certo esforço para responder.
      "Eu... Eu queria.... Te ver." As palavras saíram num tom deplorável, denunciado todo o medo, a incerteza, a vontade de fugir que eu sentia naquele momento. Não me levantei, era pedir demais à minha mente transtornada.
      "Por quê? Pensei que você tinha dito que nunca mais queria me ver..." Nem consigo descrever o corte que tais palavras proporcionaram em minha consciência.
      "Ainda é difícil engolir as palavras que você me disse há alguns dias... Mas por alguma estranha razão, eu quis vir aqui, te ver."
      "Eu não me arrependo do que eu disse. Você precisava ouvir aquilo e entender que eu não sou o que você quer."
      "É que talvez..." - Suspirei, desviei o olhar - "... Eu entendi o que você quis dizer dizendo-me tais palavras, listando meus defeitos. Talvez, eu era a errada. Mas..." Não aguentei. Parei, senti meus olhos úmidos.
      "Mas...? Eu não tenho o dia todo." Sentenciou.
      "Ah, me dá um tempo. Você não percebe o quão difícil isso é pra mim? Vir até aqui, ter essa conversa com você...?"  De repente eu estava brava. Comecei a odiar profundamente toda aquela situação. "... Talvez, eu era a errada, você tem completa razão sobre tudo o que você disse sobre mim. Mas você errou em uma coisa só. E acho que eu estou nesse drama todo só pra te falar o que é."
     "E o que é?" Ele me olhou impaciente e minha raiva com isso só subiu. Aquele desinteresse me queimava por dentro.
      Não me contive, gritei a resposta: "VOCÊ! Eu quero você! Você errou nisso." Meus olhos se voltaram para encontrar os dele, enquanto choravam lágrimas de tristeza e raiva. Minha expressão estava, sem dúvida, furiosa. E depois de presenciar sua reação de espanto, levantei-me e saí andando.
      De que adiantava correr agora? Meu Orgulho havia sido bombardeado cruelmente. Quando cheguei à porta do elevador, concluí, sem olhar para trás: "Acho que eu vim aqui, mais para honrar meus sentimentos do que para ver-te. Você estava errado, e ainda está com relação à isso." Nisso, estava entrando no elevador, para ir embora, dessa vez certa que ia queimar o endereço, quando senti algo puxando-me e quando notei, ele estava me envolvendo pela cintura e nossos corpos estavam tão juntos, que pude sentir as batidas de seu coração. Estavam aceleradas, talvez mais que as minhas.
      "Acho que era o que eu precisava ouvir para desistir do meu orgulho também" Disse-me e lá no meio daquele corredor de hotel, beijou-me apaixonadamente, enquanto me segurava como se nunca mais fosse me deixar ir. Meu Orgulho havia perdido a guerra, mas isso não o impedia de sorrir, deslumbrado com a força do inimigo.

- J.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

House, EU TE AMO!


É incrível, mas não consigo parar de ver House. Por mais que tenha passado trezentas mil vezes o mesmo episódio, eu não canso!
Acho que é um caso a ser tratado, pois sou visivelmente VICIADA nessa série, não dá pra resistir a grande estupidez com que House trata seus colegas e pacientes.
Será que eu preciso de tratamento? HOOOOOOUSE vem aqui me tratar, HAHAHAHA.
''Normal is not normal.” - Normal não é normal. House
 C. é uma viciada o.o

sábado, 24 de julho de 2010

Memories

For some reason, I need to write about you. Need to tell others about your sweet embrace, about the kindness in your voice. And how come, didn't you kiss me under that tree, in that night? It was such a beautiful night; shining stars and a dazzling blue moon, wich was going down so quickly... How could I be afraid of your touch, once you showed me your honesty in those simple acts and words...? I should've trusted from the beggining, when you just held my hand and looked right into my eyes, so different from the others...

And when our faces got closer enough, and I could felt your breath and heartbeats, that wonderful moon disappeared, and also, I've woken up. Damn.

- J.

Bon Jovi


Who's gonna fix you the next time you break down?

- J.

Alanis Morissette


It's meeting the man of my dreams and then meeting his beautiful wife. And isn't it ironic? Don't you think? A little too ironic.. and yeah I really do think..


Well life has a funny way of sneaking up on you. And life has a funny, funny way of helping you out.

- J.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Pedido

     Ela não esqueceria jamais aqueles olhos penetrantes, frios como o gelo. Entretanto, eles a aqueciam de uma forma estranha, como se afastasse a solidão que existisse dentro dela. Quando percebeu, já não podia mais viver sem aquele olhar e se perguntava o porquê sorria quando o via, por que a presença dele a fazia sentir-se tão viva. Seria ele a resposta para seu vazio? Não sabia. Só desejava que ele nunca partisse, queria ter aquele olhar friamente terno para sempre.

     O medo de que ele a deixasse a preocupava a cada dia; sonhou com ele indo embora. Acordou chorando e foi procurá-lo. Quando o encontrou, se jogou em seus braços, lágrimas rolavam em seu rosto enquanto dizia aos sussurros amedrontados: “Por favor, não vá...”

- J.

Crepúsculo, hm

     Recentemente eu li “Amanhecer” a conclusão da saga Crepúsculo. Li todos os livros, menos o primeiro e vi todos os filmes já lançados, agora acho que tenho alguma base para falar sobre o assunto.

     Todo um universo girando em torno do sonhado amor eterno e da paixão proibida com um bônus extraordinário: vampiros. Além de lobisomens, também, e a presença de uma humana-chave, claro.

     O que destacou a série, em minha opinião, é a quebra de expectativa que a autora proporcionou com relação aos personagens. Vampiros românticos, lobisomens amigáveis, totalmente diferentes das versões que conhecíamos através de histórias de terror, lendas, mitos e a parafernália toda.

     A história se baseia no amor surreal entre a humana Bella Swan e o vampiro Edward Cullen, que, no livro, é extremamente cativante. Não sei se digo isso porque tenho meu lado romântico e tal, mas o jeito que a Stephanie Meyer narra a paixão entre os dois é hipnotizante. E convenhamos, por mais irreal e absurda que a história seja, consegue arrancar suspiros com o amor verdadeiro e eterno presente em um mundo completamente novo e interessante.

     Para mim, livro bom é aquele que desperta a vontade de ler, de saber o que acontece na página, no capítulo seguinte. É aquele que faz você quase acreditar que o que você está lendo é real, que te prende a um mundo que você mesmo cria, a partir da imaginação proposta pelas linhas escritas. Assim, na minha concepção, os livros da saga Twilight são bons sim.

     Mas não consigo dizer o mesmo com relação aos filmes. Claro, no filme descartam detalhes que às vezes consideramos importantes, mas a proposta é seguir ao máximo possível a história escrita. Porém, eu acho que falta alguma coisa, embora não saiba exatamente o quê... Talvez a atuação deixe a desejar, ou faltam alguns efeitos... Enfim, acho que não merece todo o destaque que tem no mundo cinematográfico, mas na literatura, é um fenômeno e tanto, que é merecedor do sucesso que tem.

     Agora, o público alvo é que me deixa um pouco em dúvida. Existem meninos que adoram e são fãs da série tanto quanto meninas. E adultos tão fanáticos quanto adolescentes. Mas quando vejo imagens da première dos filmes ou pessoas que estão carregando o livro, são na grande maioria, garotas adolescentes. Por isso, acho que dá pra considerar um público alvo mais feminino, embora seja algo generalizado. Mas o livro é para qualquer um, sem dúvida, aí é uma questão de gosto.

     No entanto, uma coisa que eu não consigo aceitar é a comparação com Harry Potter, em que a Saga Crepúsculo é melhor. Claro que é da concepção de cada um, mas creio o bruxo de Hogwarts conquistou muito mais fãs do que o universo dos vampiros e lobisomens. Pode ser só uma suposição da minha parte, mas eu acabei considerando Harry Potter melhor, tanto em termos cinematográficos e literários. Embora só tenha lido o último livro, foi o bastante para considerar a J. K. Rowling outra escritora brilhante. Acho que dá pra concluir que HP é fascinante por seu universo mágico e aventureiro, e Twilight pelo romance, sendo ambos fenômenos mundiais.

     No fim, dá pra concluir o seguinte: eu adoro Crepúsculo, Harry Potter e essas histórias com o poder de fascinar pela fantasia proposta, mas não sou nenhuma fanática, tampouco uma crítica com sete pedras na mão. E adoração é uma coisa, falar mal é outra, e criticar é outra completamente diferente e isso vale para qualquer assunto.

- J.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Noite

Um dia, escrevi sobre o frio. Narrei sobre a brisa gélida que tocava meu rosto e agitava meu cabelo, sobre como o tempo trazia um aroma úmido e doce. Lembro-me de ter relacionado estes e outros fatores à você, e traduzindo assim, um aspecto doloroso com relação aos dias gelados.
No entanto, agora que estamos no inverno, agora que todas as árvores já perderam suas folhas, as monções já não me cortam com memórias desgastadas, como costumava acontecer. Agora, sentada, exposta ao sereno gelado da noite, eu só sinto a brisa trazer música e paz. Há ainda alguma coisa de seu nessa sensação, mas se perdeu, misturou-se à melodia gélida e serena.

-J.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Tarina Tarantino

Certo. Eu tenho uma mania muito ruim de gostar daquilo que não vende por aqui.
Enfim, hoje eu vim falar sobre as jóias e acessórios em geral da Tarina Tarantino, que são assim, divinos.
As jóias tem várias formas, cores, estilos, que podem agradar qualquer um. Tem do extravagante ao discreto, do colorido ao básico, e assim eu me apaixono, né, porque afinal, eu sou uma pessoa de extremos. E é cada coisa fofa! Poderia passar horas falando dos acessórios de cabelo, das pulseiras, dos brincos, dos colares... Mas como isso seria muito chato, pra quem se interessar, é só dar uma olhadinha no site da Tarina Tarantino.
Infelizmente eu não tenho ideia quanto ao preço dos produtos, mas se alguém um dia for pra Los Angeles ou Nova York, acho que vale a pena conferir. (:

- J.

Férias,projetos...

Lindezas da C. realmente está preocupante esta minha ausência, porém é por dois bons motivos.
1º É FÉRIAS, então os acessos ficam fracos!
2º eu estou com um novo projeto de make-up, sabe como é, cursos e tudo mais, então isso toma um mega tempo da garota.
Despois de toda essa encheção de linguiça, eu apenas peço paciencia e logo logo eu volto com mais novidades.

Beijos C.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Abbey Dawn

Se eu tenho um sonho de consumo? Sim, se chama Abbey Dawn, a marca de roupas da Avril Lavigne.

Talvez eu já tenha falado dessa marca aqui e seja suspeita para dizer que eu gosto, afinal, eu também sou fã da Avril, hihi. Mas eu acho realmente muito lindas as calças, as camisetas, os casacos, as jóias, os óculos e tudo mais que aquela loira diva inventa e etiqueta como 'Abbey Dawn'. E o melhor de tudo, é que tudo tem um preço acessível. O único problema (catástrofe, cof cof), é que não vende aqui no Brasil.
Mas enfim, se alguém se interessou, vale a pena dar um olhada na sessão AD no site da Kohl's, que é a loja americana que vende a marca.

- J.

Rock In Rio 2011

Vocês devem conhecer, mas o Rock in Rio é um evento que durante alguns dias (cinco se não me engano) reúne astros da música em um grande festival, organizado por Roberto Medina.

Como vocês devem saber, eu sou fã do Tokio Hotel, e queria muito vê-los aqui no Brasil, já que não só eu, mas várias outras fãs ficaram decepcionadas que a última turnê deles não passou por aqui... E queria... Assim... Pedir, singelamente, que vocês votassem neles numa enquete que tá acontecendo no site Universo do Rock, que parece ser oficial... Tem várias bandas/cantores concorrendo, votem em quem quiserem, mas queria pedir que marcassem o Tokio Hotel também, por favor... Seria um sonho pra mim, e pra vários outros fãs, assistir um show deles!
Meus sinceros agradecimentos a quem ajudar (:

- J.

domingo, 4 de julho de 2010

Veneno

Há alguns meses, fui mordida por algo que não sei descrever, algo parecido com uma serpente, não sei ao certo, mas que me injetou um veneno lento e doloroso. A angústia, a dor, o desespero daquele veneno fazia com que eu me perdesse a cada lágrima, a cada sensação de tristeza e por fim, acabei me perdendo por completo.
Permaneci algum tempo em um lugar frio e escuro, vivendo ilusões torturantes. E por mais que eu permanecesse sorrindo de alguma forma, me perguntava o porquê daquele veneno aparentemente insignificante ter tantos efeitos catastróficos.
Quis fingir que toda aquela substância tóxica não existia, mas enquanto tentava escondê-la, ela só se espalhava mais e transbordava do meu corpo de formas esdrúxulas.
No entanto, fui me purificando aos poucos, o que me custava um grande esforço. Fui recuperando meus sonhos e minhas esperanças aos poucos também, já conseguia ver por fim alguma luz, depois de dias, meses, presa na escuridão daquele poço envenenado em que me joguei por fraqueza, até que vi uma mão, que me puxou para fora. Talvez uma não, várias.
Acho que reencontrei a minha essência, no fim e entendi que o veneno não era real, era uma ilusão que eu mesma inventara para honrar meu orgulho. Tudo não passara de um teste.
Obrigado.

- J.

Poder Feminino

Já faz um bom tempo que fico desolada com o amor, mas a vida ( e umas pessoas) me fez entender que o poder que eu tenho de conquistar novos amores é muito forte. Não que eu seja a Miss Fodona, mas cá entre nós, que mulher que nunca atraiu um olhar alheio que ataque a primeira pedra!
*carol sendo apedrejada*
Cansei de lutar por um amor bandido, inconquistável, agora vou curtir a vida, minha juventude. E se pensam que eu quero namorar tão cedo, ah, estão enganados, o papo agora e outro malandragem!! (sem malícia)

C, virou mana (:

sábado, 3 de julho de 2010

Precipício

Estávamos conversando à beira do precipício. Havia uma vista bonita dali, o crepúsculo e algumas estrelas decoravam o céu. No entanto, a aura dele estava perturbada; a passividade da paisagem contrastava com seu olhar amedrontado e úmido. Conforme a conversa corria, seu humor ia mudando drasticamente. Ficava com raiva, dizia grosserias, ficava triste e começava a tremer, seu olhar se perdia, resquícios de lágrima apareciam, embora não caíam.
Não estávamos conversando nada de muito importante, de fato. Estávamos apenas refletindo sobre a vida, sobre alguns sentimentos, alguns acontecimentos talvez. Entretanto, as oscilações iam se acentuando. Ele se descontrolava cada vez mais, seu corpo denunciava seu estado interior. Cada problema comentado era intensificado, cada dor anunciada abria todas as cicatrizes dificilmente fechadas, cada alegria contada aos risos era diminuída, como se não tivesse importância... Algo estava errado.

Ao fim, houve uma explosão. Ele gritou de pavor, se desequilibrou e caiu do precipício. Por um momento, fechou os olhos e esperou pela sua morte, mas sentia-se vivo ainda. Eu estava segurando-o, não o deixaria cair. Quando nossos olhares se encontraram, lágrimas corriam de seu rosto, ao mesmo tempo que suplicava para largá-lo. Dizia que não, que não o soltaria, no entanto, não poderia aguentá-lo se ele não fizesse esforço para subir. Comecei a chorar, sua mão escorregava, não conseguiria salvá-lo. Gritava para que agarrasse meu braço, em meio aos meus soluços de raiva e desesperançados. Minha mão tremia, desviei o olhar para não ter a cena que se seguiria nas minhas memórias, mas senti suas mãos no meu braço e o puxei para cima com toda minha força.

Uma vez sob o mesmo chão de novo, eu e ele continuamos chorando, olhei para o céu, agora totalmente estrelado. Não dissemos nada por um momento, depois o abracei, mesmo não sabendo se era o melhor a ser feito. Ele estava tremendo e hesitou em corresponder, mas o fez. Perguntou porquê o havia salvado, porquê não o havia deixado cair. Olhei para ele com uma expressão séria, mas desviei o rosto para o abismo e disse: "Por quê é o que os amigos fazem. Mas eu só consegui te ajudar porque você aceitou a ajuda. Caso contrário, não teria o que fazer."

- J.

Cobiça

Ele segurava a mão dela, abraçava-a, beijava-a na testa. Dizia com fervor: "Eu te amo", e o olhar dela correspondia.
Enquanto caminhavam naquele campo repleto de vagalumes, que dançavam descontroladamente, eu os observava ao longe, com certa curiosidade, sobre o que seria aquele tal amor que ambos diziam ter um pelo outro. Entretanto, sentia-o. Era uma sensação cálida, que por mais que não me pertencesse, a respirava. Como o vento, batia no meu rosto e agitava o meu cabelo, mas não conseguia pegá-lo para mim. Tal emoção não era minha.
Fiquei um pouco confusa, talvez triste por não entender. Era algo tão bonito, tão terno, que não pude evitar a cobiça. Porém, algum tempo depois, foi como se algo tivesse me contado que por mais que aquele sentimento não me pertencesse, se eu conseguia percebê-lo, era porque eu o tinha. Só era algo adormecido.

- J.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

One Night Only


Talk all the talk with a poet's style, tongue like electric, eyes like a child. Buy only wives and the classic cars, live like a saviour, live like the stars. Talk all the talk with a mother's smile, tongue like electric, eyes like a child. Buy all your highs and the classic cars. Die on the front page, just like the stars...

The big screens, the plastic-made dreams, say you don’t want it, say you don’t want it. It's our world, the picture-book girls, say you don’t want it, say you don’t want it. Don’t you ask me if its long my dare, love don’t really mean a thing round here. The fake scenes the plastic-made dreams: say you don’t want it, say you don’t want it.

- J.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Glen Hansard and Marketa Irglova


Take this sinking boat and point it home, we've still got time. Raise your hopeful voice, you have a choice, you've made it now...

Falling slowly, eyes that know me and I can't go back. Moods that take me and erase me and I'm painted black. You have suffered enough and warred with yourself. It's time that you won.

Falling slowly. Sing your melody, I'll sing along.

- J.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Decepção

E se um dia me perguntarem o que mais dói, eu responderei com toda certeza: traição.
Não daquele tipo conjugal, mas sim entre amigos.
Não existe decepção maior do que sentir a quebra de confiança. Não mesmo.

- J.

EU NÃO MORRI!

Belezinhas da C. dei uma passadinha aqui no blog só pra dar sinal de vida. Faz um tempinho que não publico um post, mas o real motivo é que eu estou numa vibe de dormir horrores, muita preguiça, então já deixo avisado que minha freqüência será mínima =/
Um grande beijos C.

sábado, 26 de junho de 2010

Lifehouse


Cause I'm halfway gone and I'm on my way, and I feel it. I'm feeling, I'm feeling this way.

- J.

Estado de Emergência

Não sei o que acontece. Talvez seja uma agonia interna em estado de emergência, talvez tudo esteja em alerta.

- J.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Música

Switch the news off, go to sleep
fight the tears in misery
I've exchanged my childhood dreams
for a bunch of make-believes

Touch the button
you should sit and listen
Watching as a tear
rains in to a broken heart

It's a sad day for happiness
in this crazy world
It's a crazy world
so all we can do is be
a little crazy to save today.
(Cinema Bizarre - Sad Day For Happiness)
- J.

Invisibilidade

Quando chego, é como se nunca tivesse saído. Quando falo, soa como se fosse um ruído insignificante. Quando grito, é como se não houvesse som.Quando ando, não escuto meus passos. Me olho no espelho, não vejo o reflexo. O vido quebra, invísível, invisibilidade. A sensação de solidão é incontrolável. O medo cresce, mas nada é refletido. No fim, só sobra um espelho quebrado em mil pedaços e uma alma parcial agoniada espalhando rancor por onde passa.

- J.

Nada

- O que tá acontecendo?

- Nada...

- Como assim nada? Tem que ter um motivo pra você estar desse jeito...

- Então, é que nada acontece... O problema é o nada... O vazio.

- J.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Surfer Blood


When I met you, I broke the mold. I fell apart and combed my hair.

- J.

Scorpions


Did you ever think that we could be so close, like brothers? The future's in the air, I can feel it everywhere, blowing with the wind of change. Take me to the magic of the moment, on a glory night, where the children of tomorrow dream away, in the wind of change.

- J.

Fail

Eu precisava escrever, passar horas em frente a tela, digitando tudo o que eu sinto, mas por uma estranha razão, não sai, não me vem as palavras, não digito nada além de palavras inúteis e sem algum significado.
Será que meu orgulho chegou a um ponto tão extremo assim? E dói por dentro, tudo se acumula, toda aquela necessidade de gritar, de chorar, suprimida na minha cabeça, no meu corpo, extravasando aos poucos das formas mais esquisitas possíveis: raiva, ciúme, rancor.

Trocada. Talvez é o que eu mais sinto, é a dor mais agoniante. Esquecida. Rejeitada. Insignificante. "Você descobre que é a pessoa certa, quando é mais importante estar com ela do que com si mesmo". E se você encontra a pessoa certa, mas você não é a certa pra ela? Lágrima.
Olha só, quem é ele? É meu melhor amigo... Nossa, vocês se conhecem? Dor.
A verdade, é que eu estou sorrindo, mas tem muita coisa errada, coisas que não sei como resolver e as transformo em mágoas, em machucados que tendem a permanecer.

E no fim, só sobra uma menina considerada meio louca por suas mudanças constantes de humor. Ora sorria, ora chorava. Entretanto, isso só acontecia porque ela deixou muitos assuntos pendentes, por não saber como resolver. Ela queria que eles simplesmente sumissem, e a deixassem encontrar algum tipo de paz.

Fail.

- J.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Inquestionável

E não importa o que digam, esse sentimento de rejeição sempre caminhará comigo. Sempre que o ver, pensarei em como o amei, em como isso não era nada para ele. Pensarei também, sobre tudo aquilo que poderia ter acontecido, mas não aconteceu pelo fato de não ser um sentimento recíproco. Pensarei por último, em como ele a olhava enquanto estava comigo, em como ele a amava indiretamente enquanto me abraçava e pensarei também sobre em sua covardia, em não me dizer isso quando tudo já era tão óbvio e inquestionável...

- J.

Modelo Educacional

Quantas vezes já escutamos diversos adolescentes dizendo, com relação à escola: "Mas quando iremos usar tal matéria na vida?" e realmente, se formos pensar, existem muitos assuntos que temos de aprender, mas não apresentam nennhum uso futuro. Talvez uma readaptação do modelo educacional ou uma reelaboração da grade escolar não sejam más ideias.

Já perdi as contas de quantas vezes disse e quantas vezes ouvi amigos reclamando da matéria que estávamos aprendendo, questionando sua utilidade, uma vez que têm a profissão já decidida. Claro que existem também outros que ainda não se decidiram quanto as suas respectivas carreiras, mas creio que todos os jovens têm pelo menos noção sobre suas facilidades e dificuldades, o que acredito não ser descartável no momento de escolha da profissão.

Entretanto, não acho o sistema de educação em que me encontro algo realmente falho, mas penso que deveriam investir mais em matérias que possibilitem a formação de adultos melhores, conscientes de seus atos, preocupados com o meio ambiente e que saibam respeitar os outros, a chamada inteligência emocional. De nada adianta ser dotado de vastos conhecimentos se não há um mínimo de astúcia ao se relacionar com a sociedade, com o mundo.

Considero o vestibular brasileiro um excelente método de avaliação, no entanto ele deveria ser seguido de um processo de aprofundamento disciplinar já escolhido no período colegial, ou seja, alunos teriam a oportunidade de escolher matérias que sejam diretamente relacionadas ao seu aprendizado futuro, ao passo que teriam aulas sobre assuntos gerais também, para completarem um ensino aprofundado mas ao mesmo tempo, diversificado.

Não que o modelo atual seja ruim, só o considero não muito prático. Talvez alguns pontos devam ser revistos, a fim de melhorar a qualidade de ensino brasileiro, para que ele resulte naquilo que é realmente necessário, como pessoas melhores, por exemplo e reflita de verdade o que nossa bandeira diz "Ordem e Progresso", porque no fim, a educação é uma base importante não só para nós, brasileiros, mas para todos os seres humanos.

- J.

domingo, 20 de junho de 2010

Christina Aguilera


Love me or leave me, just take it or leave it, it's not that I'm needy, just need you to see me. Take me, free me, see through to the core of me. Take me, free me, there will be no more pretending.
Now I stand before you with my heart in my hands, I'm asking you to take me just the way that I am. Please, lay down your arms, do you know me, make me feel safe from harm.

- J.

Violinos

Ela estava muito, mas muito bonita. A lua iluminava seu sorriso, as estrelas refletiam o seu brilho. Todos comentavam sobre sua beleza radiante no salão.
Quando a dança estava para começar, todos os cavalheiros desejavam dançar com aquela mulher estonteante dentro daquele vestido azul turquesa, no entanto, ela os negava constantemente.

Nínguém entendia que ela não precisava ser a mais bonita, ou a mais desejada. Ninguém entendia que ela só queria que uma pessoa dissesse isso à ela, a mesma pessoa com quem ela queria dançar o resto da noite... Mas tal homem não estava lá para pedir para dançar com ela, ou dizer que ela estava linda. Estava com uma outra, rodopiano ao som dos violinos... Ela nunca se sentira tão feia e rejeitada.

- J.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Caráter

Uma coisa que prezo muito nas pessoas é o caráter. Costumo ter boa fé nos outros, esperando que não joguem fora um voto de confiança, mas começo a me perguntar se isso vale realmente alguma coisa, já que você confia, você acredita, pra depois ser apunhalado, e pelo menos comigo, esse tipo de coisa tem que acontecer para que eu possa enxergar os outros como eles realmente são.
Relevamos ao máximo a maioria das coisas, mas as vezes uma ação aparentemente sem importância consegue traduzir toda a personalidade de alguém. Enxergamos, o que talvez esteve subtendido por uma vontade de agradar, vontade que as vezes se torna inclusive espécie de amizade.
E se tem alguma coisa que eu realmente não suporto, é falta de caráter. Se teve coragem de fazer, tenha coragem de assumir. Caso contrário, não faça.

Dizem que confiança é como cristal, uma vez rompida, pode se recompor, mas jamais será a mesma. Acho que isso se aplica perfeitamente à situação. Espero que um dia essas lacunas de caráter possam ser reconhecidas, seria um grande avanço para pessoas da má índole, além do mais, ninguém é escravo de ninguém, um dia a casa cai e as pessoas deixam de ser tolas e quando isso acontece, já pode ser tarde.

- J.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Olhos

Tentarei não me aventurar mais em seus olhos, por mais intrigante que seja o breu deles.
A cada encontro de olhar, eu prometo que tentarei não me perder, de novo.

- J.

Anahí


Hay algo en tus ojos que amo, amo tus ojos cuando me miran.

- J.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Nota à todos que já se sentiram inferiores,

Existem situações em que nos sentimos rebaixados, por algo, por alguém. Uma palavra magoa, um ato machuca, um conjunto de ambos consegue formar uma cicatriz e sendo uma cicatriz, sabemos que nunca desaparecerá, só aprenderemos a viver com sua marca.

A cada vez que olharmos tal machucado, nos lembraremos daquele momento de dor, da situação ou mesmo da pessoa que o provocou e ao fazer isso, toda aquela sensação de mal estar, toda aquela mágoa, volta, mesmo que indiretamente. Pensaremos sobre o que fizemos de errado, nos castigaremos por nossos atos, mesmo que não sejam errados, pelo inferioridade que fomos submetidos de alguma forma, na maioria dos casos, pela simples vontade de agradar, vontade que não fora reconhecida.

Tudo se resume à uma relação desigual. Damos murros em ponta de faca, insistimos em algo que sabemos que nos prejudica por razões ainda desconhecidas. Mas um dia, literalmente cai a ficha, acordamos para uma realidade que estivemos relativamente cegos e começamos a pensar que há alguma coisa errada.
Chegar à tal conclusão, é doloroso, digo por mim mesma. Dói ver que nossas boas intenções não são retruibuídas, quando não, tratadas com indiferença ou repulsa. No entanto, ao mesmo tempo que isso acontece, começamos a pensar: "Se eu sinto que está errado, o que seria o certo?" e nessa busca pelo certo, encontramos uma coisa que costumamos deixar para trás em situações de inferioridade: amor próprio. É como, hm, uma caça ao tesouro. Estamos perdidos, achamos uma espécie de mapa, e a partir dele, vamos seguindo pistas, que nos ajudarão a encontrar tal preciosidade. Normalmente é um processo lento e difícil, mas quanto mais desafiador, maior será a recompensa.

- J.