Um dia, existiram duas pessoas que viveram juntas durante toda a vida. Não estavam necessariamente casados, namorando, mas eles estavam ligados, por um elo que depois de construído, nunca conseguiu ser rompido.
Ambos nunca entenderam essa ligação, não eram totalmente perfeitos um para o outro, mas tinham uma necessidade mútua, era como se ela buscasse nele paz, e ele, buscasse nela algum tipo de conforto.
Conforme o tempo ia passando, eles cada vez mais se aproximavam. Chegaram a se relacionar, mas isso não era necessário para sentirem a presença da estranha ligação que tinham entre si, estavam constantemente se ajudando, trocavam carícias, abraços, beijos, tudo de uma forma terna e cativante aos olhos de quem observava tudo aquilo.
Mas um dia, ele morreu e deixou sua suposta alma gêmea sozinha. Já se encontravam idosos quando isso aconteceu, e ela deveria entender que uma dia isso aconteceria, mas nunca superou isso. Era difícil acordar e pensar que já não o veria mais, já não o abraçaria ou sentiria seu doce perfume. Ia ao cemitério, sempre com flores, e chorava. No entanto, seu lamento não era uma melancolia total. Eram lágrimas de felicidade e ela sabia que cada gota que deixava cair sob aquele túmulo eram de agradecimento, por todas as alegrias que ela conseguiu viver ao lado daquele que ela sempre amou.
E a noite, antes de dormir, ela sempre sentia um calor perto de seu corpo, como se existisse alguém abraçando-a e quando isso acontecia, era possível sentir um doce aroma no ambiente. E com um sorriso, ela dormia tranquila, pois sabia que ele estava lá.
- J.
about: freakies - blog aleatório, de duas amigas aleatórias, que postam coisas aleatórias, é
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Disfarce
E em um sorriso, eu encontrei força e doçura. Em um olhar, eu encontrei sinceridade e dor.
A união desses dois fatores principais, me fizeram acreditar, crer que nada é impossível, enxergar que desistência não resolve nada. Depois de te ver, ouvir sua voz, conhecer sua história e um pouco do que é, eu encontro coragem para seguir, vontade de continuar. Agradeço por ter te conhecido, mesmo que indiretamente, meu anjo disfarçado.
- J.
A união desses dois fatores principais, me fizeram acreditar, crer que nada é impossível, enxergar que desistência não resolve nada. Depois de te ver, ouvir sua voz, conhecer sua história e um pouco do que é, eu encontro coragem para seguir, vontade de continuar. Agradeço por ter te conhecido, mesmo que indiretamente, meu anjo disfarçado.
- J.
(Adaptação) Falta
- Por quê você trata as pessoas que gostam de você de forma tão grosseira?
- Por que sim.
- Ora, me dê uma resposta de verdade.
Hesitação.
- Porque quando eu morrer, não quero sentir falta de ninguém e não quero que sintam minha falta também. Já vi amigos meus partirem eu sinto saudades extremas de todos eles, não quero que todos que gostam de mim venham a sentir isso um dia, é muito ruim.
- Mas saudade é uma coisa boa. Mostra como foi bom tudo o que se viveu...
Hesitação.
Lágrimas.
- J.
- Por que sim.
- Ora, me dê uma resposta de verdade.
Hesitação.
- Porque quando eu morrer, não quero sentir falta de ninguém e não quero que sintam minha falta também. Já vi amigos meus partirem eu sinto saudades extremas de todos eles, não quero que todos que gostam de mim venham a sentir isso um dia, é muito ruim.
- Mas saudade é uma coisa boa. Mostra como foi bom tudo o que se viveu...
Hesitação.
Lágrimas.
- J.
Procurado
Procura-se um par de olhos castanhos,
profundos e misteriosos.
Bandidos perigosos, acusados de roubar um coração.
Caso encontre-os, tome cuidado,
é um cleptomaníaco nato.
Recompensa.
- J.
profundos e misteriosos.
Bandidos perigosos, acusados de roubar um coração.
Caso encontre-os, tome cuidado,
é um cleptomaníaco nato.
Recompensa.
- J.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Sem resposta
- Eu prometo que eu nunca mais vou deixá-la.
Não houve resposta.
- Só de abraçar você agora, e pensar que não perdemos tanto tempo, eu já me sinto bem! Como eu fui estúpido o suficiente pra ter te esquecido? - Ele falava, abraçando o corpo da menina com força. Mas ainda não havia resposta.
Foi quando ele percebeu que abraçava um corpo gélido, que não reagia. Ela estava morta. Ainda andava, respirava, estava viva, mas para ele, não mais. Ele só estava abraçando um cadáver em seus pensamentos.
- J.
Não houve resposta.
- Só de abraçar você agora, e pensar que não perdemos tanto tempo, eu já me sinto bem! Como eu fui estúpido o suficiente pra ter te esquecido? - Ele falava, abraçando o corpo da menina com força. Mas ainda não havia resposta.
Foi quando ele percebeu que abraçava um corpo gélido, que não reagia. Ela estava morta. Ainda andava, respirava, estava viva, mas para ele, não mais. Ele só estava abraçando um cadáver em seus pensamentos.
- J.
domingo, 25 de abril de 2010
Estranha preocupação
Sentada naquele banco, no meio do parque, ela estava chorando.
Procurava fazê-lo disfarçadamente, não queria chamar atenção, nunca quis; a verdade, era que nem ela sabia por quê estava chorando e não desejava que ninguém viesse perguntar um possível motivo, já que ela não tinha um. Embora estivesse sentindo um terrível aperto no peito, não considerava isso uma justificativa para seu choro, ela sentia isso sempre, porquê estaria chorando por isso dessa vez?
Enterrou sua cabeça no meio dos joelhos e tentava chorar baixinho, como se ela conseguisse tal feito... Estava agoniada demais, para tentar engolir o choro, esperar que ele passasse. Queria mais era fazer um escândalo, chorar feito um bebê, ou qualquer outra coisa que fizesse aquela dor ir embora, ela não a suportava mais.
Foi quando percebeu que estava tremendo, não ia conseguir conter as lágrimas, que jorravam sem parar, molhando todo o seu jeans até se acalmar. Quando ela percebeu uma estranha movimentação, um jogo de sombras e um calor próximo ao seu corpo. Havia alguém se sentado ali? Ela não queria ver, tinha medo de que fosse verdade, não queria que ninguém a visse naquele estado... E no meio de sesu devaneios internos, escutou uma voz lhe perguntando:
- Tá tudo bem?
Primeiro, ela fingiu que não tinha escutado. O óbvio, de que era evidente que não estava tudo bem, quase a fez ignorar a pessoa ao seu lado, mas ela priorizou a preocupação aparente que acompanhava aquela pergunta, respirou fundo, levantou a cabeça e procurou pelo dono daquela voz. Quando seus olhos inchados e vermelhos encontraram os castanhos e nervosos dele, ela foi tomada por uma estranha sensação de calma.
- Não, não está tudo bem... - Procurou responder, forçando o tom mais calmo que pudera encontrar.
- O que aconteceu?
Antes de responder à pergunta, se pôs a pensar no porquê de um estranho se importar. Mas algo dizia para confiar naquele par de olhos castanhos, que pertenciam à um rapaz que aparentava ter sua idade. E decidiu responder com uma pergunta, ainda forçando uma voz calma:
- Você já sentiu um tipo de dor, que por mais que a gente se esforçe, por mais que lutemos contra ela, ela não acaba?
- Talvez você não queira que ela acabe, ou não esteja se esforçando suficiente para isso...
De repente, sentiu seus olhos marejados de novo, a voz calma havia sumido, foi para um tom de lamento, quase uma agonia, ao passo que sentia que ele não era um estranho completo, já o havia visto em algum lugar.
- Talvez você tenha razão, eu me esforço, juro que tento, mas... Eu não queria que coubesse só a mim.
Ele a olhou com uma cara de dúvida, não compreendia muito bem o que ela quis dizer, e pediu delicadamente para ela lhe contar o que estava acontecendo, explicitamente.
Antes de começar seu drama, ela respirou fundo, ia precisar de fôlego para enfrentar tudo aquilo de novo.
- Pode parecer uma história qualquer de garota desiludida, mas quando eu decidi encarar meu coração despedaçado, já era complicado demais juntar as partes. Tudo havia se misturado em uma mar de nostalgia e lágrimas, ao qual eu dei o nome de Ilusão, porque no fundo, eu só me iludi, e esperei de uma pessoa algo que a cada dia que passava, ficava evidente que eu nunca conseguiria. É frustrante. E agora, eu estou com uma terrível agonia que eu não sei definir como esperança, medo ou tristeza. Talvez seja os três. Eu já fiz de tudo para sair desse poço, mas eu quero algum tipo de ajuda diferente...
- Ajuda diferente?
- É, queria poder te explicar como seria, mas nem eu tenho ideia...
Ambos ficaram em silêncio por algum tempo. A menina agora olhava para o vazio, preocupada com a reação do rapaz, mas ainda se perguntando de onde teria vindo tamanha preocupação a ponto de conversar com uma menina que de longe, podia-se enxergar a legenda 'problema' sobre sua cabeça. O menino, não sabia o que dizer, nem o que fazer, mas queria ajudá-la, sentia que podia fazer isso.
Decidiu abraçá-la. E dizer 'Calma, isso vai passar'.
E no meio dos braços daquele nem tão desconhecido assim, ela acreditou.
- J.
Procurava fazê-lo disfarçadamente, não queria chamar atenção, nunca quis; a verdade, era que nem ela sabia por quê estava chorando e não desejava que ninguém viesse perguntar um possível motivo, já que ela não tinha um. Embora estivesse sentindo um terrível aperto no peito, não considerava isso uma justificativa para seu choro, ela sentia isso sempre, porquê estaria chorando por isso dessa vez?
Enterrou sua cabeça no meio dos joelhos e tentava chorar baixinho, como se ela conseguisse tal feito... Estava agoniada demais, para tentar engolir o choro, esperar que ele passasse. Queria mais era fazer um escândalo, chorar feito um bebê, ou qualquer outra coisa que fizesse aquela dor ir embora, ela não a suportava mais.
Foi quando percebeu que estava tremendo, não ia conseguir conter as lágrimas, que jorravam sem parar, molhando todo o seu jeans até se acalmar. Quando ela percebeu uma estranha movimentação, um jogo de sombras e um calor próximo ao seu corpo. Havia alguém se sentado ali? Ela não queria ver, tinha medo de que fosse verdade, não queria que ninguém a visse naquele estado... E no meio de sesu devaneios internos, escutou uma voz lhe perguntando:
- Tá tudo bem?
Primeiro, ela fingiu que não tinha escutado. O óbvio, de que era evidente que não estava tudo bem, quase a fez ignorar a pessoa ao seu lado, mas ela priorizou a preocupação aparente que acompanhava aquela pergunta, respirou fundo, levantou a cabeça e procurou pelo dono daquela voz. Quando seus olhos inchados e vermelhos encontraram os castanhos e nervosos dele, ela foi tomada por uma estranha sensação de calma.
- Não, não está tudo bem... - Procurou responder, forçando o tom mais calmo que pudera encontrar.
- O que aconteceu?
Antes de responder à pergunta, se pôs a pensar no porquê de um estranho se importar. Mas algo dizia para confiar naquele par de olhos castanhos, que pertenciam à um rapaz que aparentava ter sua idade. E decidiu responder com uma pergunta, ainda forçando uma voz calma:
- Você já sentiu um tipo de dor, que por mais que a gente se esforçe, por mais que lutemos contra ela, ela não acaba?
- Talvez você não queira que ela acabe, ou não esteja se esforçando suficiente para isso...
De repente, sentiu seus olhos marejados de novo, a voz calma havia sumido, foi para um tom de lamento, quase uma agonia, ao passo que sentia que ele não era um estranho completo, já o havia visto em algum lugar.
- Talvez você tenha razão, eu me esforço, juro que tento, mas... Eu não queria que coubesse só a mim.
Ele a olhou com uma cara de dúvida, não compreendia muito bem o que ela quis dizer, e pediu delicadamente para ela lhe contar o que estava acontecendo, explicitamente.
Antes de começar seu drama, ela respirou fundo, ia precisar de fôlego para enfrentar tudo aquilo de novo.
- Pode parecer uma história qualquer de garota desiludida, mas quando eu decidi encarar meu coração despedaçado, já era complicado demais juntar as partes. Tudo havia se misturado em uma mar de nostalgia e lágrimas, ao qual eu dei o nome de Ilusão, porque no fundo, eu só me iludi, e esperei de uma pessoa algo que a cada dia que passava, ficava evidente que eu nunca conseguiria. É frustrante. E agora, eu estou com uma terrível agonia que eu não sei definir como esperança, medo ou tristeza. Talvez seja os três. Eu já fiz de tudo para sair desse poço, mas eu quero algum tipo de ajuda diferente...
- Ajuda diferente?
- É, queria poder te explicar como seria, mas nem eu tenho ideia...
Ambos ficaram em silêncio por algum tempo. A menina agora olhava para o vazio, preocupada com a reação do rapaz, mas ainda se perguntando de onde teria vindo tamanha preocupação a ponto de conversar com uma menina que de longe, podia-se enxergar a legenda 'problema' sobre sua cabeça. O menino, não sabia o que dizer, nem o que fazer, mas queria ajudá-la, sentia que podia fazer isso.
Decidiu abraçá-la. E dizer 'Calma, isso vai passar'.
E no meio dos braços daquele nem tão desconhecido assim, ela acreditou.
- J.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
We The Kings ft. Demi Lovato
Do you remember the nights we fainted just laughing, smiling for hours at anything?
- J.
Séries
Já ouviram falar de House? Ou Law And Order: SVU (Special Victims Unit)? Pois bem, eu nunca fui de ver série, pra falar a verdade, raramente vejo tv, mas essas duas séries me fizeram ficar de olho no horário -Q Aqui estão as sinopses, e pra quem se interessar, ambas as séries passam no canal Universal, as 19h (Law and Order: SVU) e 20h (House).:
(e tem umas reprises aleatórias à 13h e às 14h, hihi)
House: "Somente casos curiosos e pacientes em estado crítico são examinados pelo Dr. House e sua equipe, que podem fazer uso de meios legais ou de métodos pouco tradicionais para curar seus pacientes. O dia-a-dia dos personagens, seus conflitos éticos, problemas pessoais e decisões que precisam ser tomadas também são mostrados ao longo dos episódios."
Law and Order: "Law And Order: Special Victims Unit é a série de maior sucesso da franquia Law And Order. Protagonizada pelos detetives Elliot Stabler e Olivia Benson, SVU mostra o dia-a-dia de um departamento de polícia especializado em investigar casos de violência sexual. Criada pelo produtor Dick Wolf e com diversos roteiros baseados em histórias reais."
(ps: law and order, a série original, ainda não tive oportunidade de ver, mas parece ser tão legal quando SVU :D)
- J.
(e tem umas reprises aleatórias à 13h e às 14h, hihi)
House: "Somente casos curiosos e pacientes em estado crítico são examinados pelo Dr. House e sua equipe, que podem fazer uso de meios legais ou de métodos pouco tradicionais para curar seus pacientes. O dia-a-dia dos personagens, seus conflitos éticos, problemas pessoais e decisões que precisam ser tomadas também são mostrados ao longo dos episódios."
Law and Order: "Law And Order: Special Victims Unit é a série de maior sucesso da franquia Law And Order. Protagonizada pelos detetives Elliot Stabler e Olivia Benson, SVU mostra o dia-a-dia de um departamento de polícia especializado em investigar casos de violência sexual. Criada pelo produtor Dick Wolf e com diversos roteiros baseados em histórias reais."
(ps: law and order, a série original, ainda não tive oportunidade de ver, mas parece ser tão legal quando SVU :D)
- J.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Dormir abraçado
"Depois que você dorme abraçado com alguém, nunca mais quer dormir sozinho"
Mas e se um dia, eu vier a dormir sozinha? Suportar a dor do vazio deixado pelo lado da cama sem ninguém seria uma tarefa árdua. Afinal, vazio sempre foi um grande problema para mim, e do jeito que as coisas são, eu ficaria mal acostumada demais, acordaria no meio da noite, olharia o lado vazio da cama, iria pensar e sentir dor o resto da noite. É mais fácil evitar o sofrimento.
Mas ao mesmo tempo, arriscar sofrer um posterior vazio por algo que possa valer a pena é algo tão tentador...
- J.
Mas e se um dia, eu vier a dormir sozinha? Suportar a dor do vazio deixado pelo lado da cama sem ninguém seria uma tarefa árdua. Afinal, vazio sempre foi um grande problema para mim, e do jeito que as coisas são, eu ficaria mal acostumada demais, acordaria no meio da noite, olharia o lado vazio da cama, iria pensar e sentir dor o resto da noite. É mais fácil evitar o sofrimento.
Mas ao mesmo tempo, arriscar sofrer um posterior vazio por algo que possa valer a pena é algo tão tentador...
- J.
Teitur
Do you want to be my one and only love? Do you want to run away or do you want to stick around?
- J.
Porta retrato
Naquela cômoda, existia um porta retrato, que continha uma foto de uma família aparentemente completa. Avós, primos, filhos, irmãos, netos... Uma imagem bonita de se ver; todos sorrindo para o flash da imagem que após revelada, sofreria várias cópias e seria exibida em um ilustre porta retrato, nas respectivas casas de todas as subdivisões familiares lá existentes.
Observava tal imagem, retirando a poeira que a envolvia, ao mesmo tempo em que reparava nas fotos retiradas anos depois, todas posicionadas de certa forma cronológica. Conforme minha atenção se dirigia a tais porta retratos, era fácil identificar a diferença básica existente: todas as fotos, retiradas posteriormente da primeira que havia visto, faltava alguém. E comecei a formar hipóteses que justificassem tais faltas. Um avô teria descansado para sempre? Netos cresceram e compareciam cada vez menos às reuniões familiares? Mulheres e homens novos apareciam, resultados de divórcios? Casamentos de primos, filhos, irmãos, aumentavam e diminuíam aquela família.
Mas enquanto eu observava aqueles porta retratos, as divergências entre uma foto e outra não era o que mais me incomodava. Eu estava me perguntando: e a minha foto de família? Foi quando caiu a ficha, que eu não tinha uma foto daquelas, para expor em um porta retrato...
- J.
Observava tal imagem, retirando a poeira que a envolvia, ao mesmo tempo em que reparava nas fotos retiradas anos depois, todas posicionadas de certa forma cronológica. Conforme minha atenção se dirigia a tais porta retratos, era fácil identificar a diferença básica existente: todas as fotos, retiradas posteriormente da primeira que havia visto, faltava alguém. E comecei a formar hipóteses que justificassem tais faltas. Um avô teria descansado para sempre? Netos cresceram e compareciam cada vez menos às reuniões familiares? Mulheres e homens novos apareciam, resultados de divórcios? Casamentos de primos, filhos, irmãos, aumentavam e diminuíam aquela família.
Mas enquanto eu observava aqueles porta retratos, as divergências entre uma foto e outra não era o que mais me incomodava. Eu estava me perguntando: e a minha foto de família? Foi quando caiu a ficha, que eu não tinha uma foto daquelas, para expor em um porta retrato...
- J.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
TAPA COFRE!
Infelizmente o uso de calças com cintura baixa nos causa grande incomodo, pois em uma pequena abaixada, seja ela sentada em cócoras ( semi sentado) o cofrinho quase sempre aparece! E vcs concordam que não é nem um pouco legal aparecer com o ''reguinho'' a mostra por ai! A cantora Kimberly Brewer teve a idéia suuper tosca de criar um adesivo para tampar o ''caixa-forte'', um tipo de 'lencinho' hipoalergenico e decorado com pequenos brilhinhos para ser colocado exatamente naquela linha indiscreta do seu ''fiofó''
Digamos que o “ Backtacular Gluteal Cleft Shield” é uma idéia bem ruim, pois me lembra aqueles sutiãs de alça de silicone, ou até com aquelas miçanguinhas lindjas! Em falar em sutiãs, ela também tem uma linha deles, batizadas de Straptecular ( feio o:). Cada embalagem vem com duas unidades e os adesivos estão disponíveis em várias cores e em duas lavagens de jeans. As cores dos brilhantinhos também mudam, assim como os desenhos. Ele pode ser seu por uma bagatela de 16 doláres!DEEELS ME LIVRE!
ai vai uma fotinho desse produto supimpa!
C. ficou chocada! BJBJ
Gabrielzinho
Volta e meia eu me pego pensando no passado.
Não digo aquele meu passado ruim, mas de um passado bom, caracterizado por um grupo enorme de amigos, em um pátio, em uma escola.
- J.
Não digo aquele meu passado ruim, mas de um passado bom, caracterizado por um grupo enorme de amigos, em um pátio, em uma escola.Pelo menos para mim, era uma turma tão divertida... Não sei se todos eram amigos, talvez não, mas pelo menos todos se falavam, e se divertiam de alguma forma, fosse por uma piada, uma conversa, algum vídeo ou situação. Eram quinze minutos de sorrisos garantidos, por mais que não tivéssemos o melhor dos dias, sabíamos que a nossa oportunidade de sorrir não estava muito longe e que valeria a pena.
Hoje, isso não existe mais. Todos se falam de alguma forma, imagino, mas não é a mesma coisa, tudo mudou, tudo ficou estranho e eu até hoje passo boa parte do meu tempo pensando sobre o porquê dessa mudança. Claro, algumas pessoas mudaram, outras tomaram novos caminhos, mas ainda assim, não consigo enxergar porquê tudo acabou tão... de repente.
Eu sinto falta, muita falta.
- J.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Metáfora
No fim, não passou de uma lição. Uma árdua tarefa, da qual eu ainda estou aprendendo com alguns dos meus vários erros. Erros gramaticais, erros de cálculo, erros por distração, que se provaram bem difíceis em relação à aceitação, mas ainda são problemas, problemas que se eu não solucionar agora, vão se repetir de novo, e de novo, e de novo.
Não passou de uma lição de casa, longa, significativa e complicada, em que eu deveria ter acertado, mas infelizmente não foi o que aconteceu, e eu acabei perdendo.
Só isso. Existirão outras, e espero estar ciente de meus erros passados, para que não sejam cometidos uma vez mais, aí quem sabe, eu ganhe algum tipo de estrelinha do corretor, de 'lição bem feita', é uma meta, um sonho.
- J.
Não passou de uma lição de casa, longa, significativa e complicada, em que eu deveria ter acertado, mas infelizmente não foi o que aconteceu, e eu acabei perdendo.
Só isso. Existirão outras, e espero estar ciente de meus erros passados, para que não sejam cometidos uma vez mais, aí quem sabe, eu ganhe algum tipo de estrelinha do corretor, de 'lição bem feita', é uma meta, um sonho.
- J.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Mensagem - Walt Disney
Acredito que muitos já viram esse vídeo, ou leram essa mensagem... E é lindo. "Aprendi que o maior triunfo, é poder chamar alguém de amigo" e realmente...
- J. "não durmo simplesmente para descansar, durmo para sonhar"
domingo, 18 de abril de 2010
Tags
cansaço, tristeza, animação, ciúme, sorriso, paixão, coração, vazio, lágrima, dor, abraço, amigos, sorte, azar, dormir, correr, gritar, rezar, desespero, esperança, idiotice, problema, segredo, medo, música, letra, carta, memória, foto, diário, noite, estrela, sol, amanhecer, pôr do sol, frio, inverno, rosa, saudade, sofrimento, risada, tentativa.
- J.
- J.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Lugar
Precisando ler um livro, ela fora até a biblioteca a procura de um. Escolheu um cuja capa chamou sua atenção, com uma magnífica ilustração de um casal apaixonado, de mãos dadas, sentados num banco em um parque, trocando carícias, felizes. A típica imagem já esclarecia o tema do livro: amor eterno. Comum. Todos os livros que lia tratavam sobre esse assunto, eles a faziam muito mal, ao mesmo tempo em que a nutriam de sonhos que ela tinha esperanças de realizar algum dia. Mas além do casal, posto em destaque naquela capa tão bem trabalhada, algo havia chamado sua atenção insconscientemente. Atrás do banco, no meio das árvores, na área mais escura do livro, uma região sem grande importância, estava uma outra menina, que olhava os dois, inexpressiva. Foi quando ela se tocou porque havia escolhido o livro. Não era por aparentemente trazer como tema principal o amor eterno entre duas pessoas, mas sim o sofrimento de outrém, implícito nos parágrafos e capítulos. Alguém que entendia que nunca haveria lugar para ela no meio daquele casal, não havia lugar para um problema como ela no meio daquela perfeição entre aqueles dois que se amavam. Ela era só a vilã da história. Não havia lugar para ela, nunca houve.
- J.
- J.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
(Título)
Ela sorria chorando, gritava em silêncio, enxergava no escuro. Procurava respostas para o quê ela nem sabia se era um problema. Sentia seu coração bater, mas dificilmente; era como se estivesse faltando uma parte. E era difícil para ela respirar sem essa parte. Ela respirava, agoniada, e dizia que ia ficar tudo bem, mas só soava como uma mentira amarga, alguma certeza a faria tão bem...
- J.
- J.
domingo, 11 de abril de 2010
Yann Tiersen
Bom, eu amo música instrumental, e esses dias, vagando no vocêtube e afins, eu encontrei essa Summer 78, do Yann Tiersen, e esse cara faz uns intrumentias muito perfeitos! Pra quem gosta, vale a pena ouvir *-*
- J.
Ame Ame Ame Ame
Ok, C. está com o coração derretido! Quem diria que aquela tirana, ditadora iria se deixar levar por um breve ''romancezinho'' de festa ?!? Realmente eu não sei o que se passa comigo, mas é um sentimento diferente, algo que invadiu o coração, e que me faz 24Hrs pensar nele! Pensar em como seria daqui pra frente, pensar em um final de tarde na fazenda, só eu e ele, esperando a Lua aparecer para iluminar esse amor sereno!
OH GOD, o que me faria sentir tudo isso? O que se passa comigo??
Bjbj C.
PS.: C. está tão confusa!
OH GOD, o que me faria sentir tudo isso? O que se passa comigo??
Bjbj C.
PS.: C. está tão confusa!
sábado, 10 de abril de 2010
Stereo Mood
Bom, estava eu lá escutando a rádio 89 voltando do colégio e ouvi sobre o Stereo Mood, um site que busca músicas/playlists de acordo com algum sentimento seu! Por exemplo, se você quer uma música que fale sobre amor, ódio, amizade, ou qualquer outra coisa, só digitar em inglês na busca, e ele procura músicas que falam sobre o tema buscado! Muito interessante mesmo *-*
"behind every song there's always an emotion. we don't know why but maybe that's why we love music."
- J.
"behind every song there's always an emotion. we don't know why but maybe that's why we love music."
- J.
Orianthi
According to you, I'm stupid, I'm useless, I can't do anything right. According to you I'm difficult, hard to please, forever changing my mind. I'm a mess in a dress.
But according to him, I'm beautiful, incredible, he can't get me out of his head. According to him, I'm funny,
irresistible, everything he ever wanted.
- J.
Barry Louis Polisar
Take me by the hand and stand by my side, all I want is you, will you stay with me? Hold me in your arms and sway me like the sea. If you were the wood, I'd be the fire. If you were the love, I'd be the desire. If you were a castle, I'd be your moat and if you were an ocean, I'd learn to float.
- J.
domingo, 4 de abril de 2010
Suicídio
Era um vez, uma menina que se considerava cheia de problemas, cheia de angústias, a cada dia um novo obstáculo, a cada dia um novo desafio que ela dizia não ter forças para enfrentar. E ela cogitava muitas vezes tomar todos aqueles remédios, ou procurar um estilete, ou uma faca, sem saber exatamente o que faria com tudo aquilo. Teria mesmo coragem de se matar? Ela era tão medrosa, mas quando pensava nesse seu defeito, só a fazia sentir mais desgosto por si mesma, mas ela continuava sem saber que decisão tomar.
No meio do caos, onde tudo estava escuro, ela só enxergava o fim. Que fim? Ora, o fim de tudo, o fim do sofrimento, o fim das mágoas, o fim dos problemas, o fim da vida.
Mas um dia, ela pensou que se existe um mundo escuro, deve haver alguma luz. E ela não aguentava mais viver do lado do desconhecido, ou sonhando com a escuridão eterna, porque ela gostava de viver. Apesar dos problemas, amava a vida, amava tudo de bom que ela lhe porporcinara até os dias atuais, as risadas com os amigos, as nostalgias de criança, os pais, os momentos inesquecíveis. Assim, decidiu procurar alguma luz, uma vela, que fosse, ela não podia pertencer àquele mundo horrível, ela não queria pertencer mais.
Foi quando ela enxergou que se matar nunca seria solução, nunca foi. Ela só aprisionaria sua alma na eternidade de seu sofrimento, e não resolveria nada. Pensou também em todos aqueles que estavam morrendo em um hospital e fariam tudo por uma vida, e ela, tão egoísta, querendo desperdiçar a sua fora... O mundo é um lugar complicado, mas ela não estava nele por acaso. Ninguém nasce à toa.
- J.
No meio do caos, onde tudo estava escuro, ela só enxergava o fim. Que fim? Ora, o fim de tudo, o fim do sofrimento, o fim das mágoas, o fim dos problemas, o fim da vida.
Mas um dia, ela pensou que se existe um mundo escuro, deve haver alguma luz. E ela não aguentava mais viver do lado do desconhecido, ou sonhando com a escuridão eterna, porque ela gostava de viver. Apesar dos problemas, amava a vida, amava tudo de bom que ela lhe porporcinara até os dias atuais, as risadas com os amigos, as nostalgias de criança, os pais, os momentos inesquecíveis. Assim, decidiu procurar alguma luz, uma vela, que fosse, ela não podia pertencer àquele mundo horrível, ela não queria pertencer mais.
Foi quando ela enxergou que se matar nunca seria solução, nunca foi. Ela só aprisionaria sua alma na eternidade de seu sofrimento, e não resolveria nada. Pensou também em todos aqueles que estavam morrendo em um hospital e fariam tudo por uma vida, e ela, tão egoísta, querendo desperdiçar a sua fora... O mundo é um lugar complicado, mas ela não estava nele por acaso. Ninguém nasce à toa.
- J.
sábado, 3 de abril de 2010
Não sei
- Não sei como lembro de todas as vezes que nos beijamos, que rimos juntos, que estávamos juntos. Não sei como lembro de todas as conversas, de todos os sonhos, de todas as preocupações. Não sei porque ainda lembro de quando brigamos e tudo acabou, deixamos de ser o que éramos, deixamos de rir, deixamos tudo pra trás, naqueles porta retratos antigos e empoeirados, atualmente naquele baú perdido. Passamos tanto tempo separados que eu não sei como posso te amar ainda. Mas amo.
- J.
- J.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Convite
- Vamos embora. Pegue suas coisas, e vamos. O destino? Ainda não sei. Vamos andar sem rumo, dormir em baixo das estrelas, acordar com os primeiros raios de sol da aurora. Vamos correr sentindo o vento no rosto, rir e contar histórias e mais histórias ao lado de uma fogueira, dentro de um bosque, perdidos no mundo. Por quê? Porque não precisamos do resto pra entender algum conceito de felicidade. O que poderia ser mais feliz do que andar lado a lado de quem se ama? Podemos dançar na chuva, se quiser, podemos mergulhar naquela cachoeira e jogar água um no outro, como duas crianças. Podemos também... Ah, você não quer...?
- J.
- J.
No fim
No fim, isso só será mais um texto sobre você, sem propósito algum, já que nada importa mais, e isso são só palavras banais, que perderam o sentido antes mesmo de possuírem algum. O sentido delas ficaram naquele beijo, ficaram soltas no tempo. São todos os sentimentos que abrangiam o "eu te amo" que nunca foi dito, todos as sensações que ficaram sufocadas na minha prisão particular chamada 'Orgulho'.
No fim, isso é só mais um parágrafo de um fracasso. Um fracasso que valeu a pena, mas ainda não conseguiu destruir a prisão em que aprisiono tudo o que sinto por você, pelo simples fato de não receber nada em troca. Malditos guardas treinados para realizarem trocas, e que me adoecem pelo egoísmo. E, como se não bastasse, a rainha intitulada Dignidade ainda me punirá por estar aproveitando que os guardas estão dormindo, para escrever tal coisa. "Mas são só sentimentos, se são verdadeiros, que mal podem fazer?" perguntei àquela rainha rude e fria, e a curta resposta que recebi, não podia ter sido mais objetiva "Simples: o que você ganha com isso? Nada." e sem adicionar nada mais, condenou aqueles sentimentos já condenados.
No fim, isso não passa de um lamento.
Um lamento por não conseguir mudar o meu próprio reino em relação as suas leis. E se eu suportar não receber nada em troca? A prisão deixaria de existir, a rainha seria mais dócil, os sentimentos seriam livres.
Mas não dá pra mudar as leis sem mudar o reino por completo.
- J.
No fim, isso é só mais um parágrafo de um fracasso. Um fracasso que valeu a pena, mas ainda não conseguiu destruir a prisão em que aprisiono tudo o que sinto por você, pelo simples fato de não receber nada em troca. Malditos guardas treinados para realizarem trocas, e que me adoecem pelo egoísmo. E, como se não bastasse, a rainha intitulada Dignidade ainda me punirá por estar aproveitando que os guardas estão dormindo, para escrever tal coisa. "Mas são só sentimentos, se são verdadeiros, que mal podem fazer?" perguntei àquela rainha rude e fria, e a curta resposta que recebi, não podia ter sido mais objetiva "Simples: o que você ganha com isso? Nada." e sem adicionar nada mais, condenou aqueles sentimentos já condenados.
No fim, isso não passa de um lamento.
Um lamento por não conseguir mudar o meu próprio reino em relação as suas leis. E se eu suportar não receber nada em troca? A prisão deixaria de existir, a rainha seria mais dócil, os sentimentos seriam livres.
Mas não dá pra mudar as leis sem mudar o reino por completo.
- J.
Cheryl Cole
Won't tell anybody how you turn my world around, I won't tell anyone how your voice is my favourite sound. Won't tell anybody. Won't tell anybody. They want to see us fall. I don't need a parachute, baby, if I've got you I don't need a parachute, you're gonna catch if I fall, down, down, down.
- J.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Teste
Ninguém disse que ia ser fácil. Viver nunca foi e nunca será fácil, estamos a toda hora sendo testados, a cada momento aparece um novo obstáculo pra testar se aguentamos o tranco, e muitas vezes dizemos: "Não aguento." e fica por isso mesmo. Então desistimos. Mas espera aí, não podemos desistir. Por quê não?
Ora, simplesmente porque é só mais um teste, mais uma questão, mais uma prova. E por quê temos que passar por essa prova? Existem tantas questões difíceis, daquelas que pensamos horas e horas e não chegamos a nenhuma solução e decidimos pular. Mas uma hora ela volta, afinal, completar a prova implica em preencher todas as questões. Aí a gente chuta. Não é a), não é b), não é c), vou chutar a d). E se estiver errado? Bom, foi um erro, que só serviu para que possamos aprender o certo.
"Mas é uma prova muito difícil, eu não sei resolver nada!" Por isso é uma prova. Se você não sabe nada, volte para aprender, tenha experiências, e dê seu melhor. Se não, não tem problema, na vida ninguém tem que acertar tudo de primeira, ninguém tem que encarar e se forçar a aprender algo que não se sente apto. Mas todos estão fazendo essa prova constante, em que nós mesmo estabelecemos o tempo necessário e o tempo gasto em cada questão. A diferença, é que alguns se contentam com um zero, alguns empacam em uma questão e desistem do resto da prova, outros chutam o que não sabem e entregam nas mãos do destino, mas não tem ninguém que saiba tudo, por quê teriam de saber? Não teria graça fazer a prova, então. Nada é mais gratificante que uma boa nota, mas só o orgulho de ter feito esse imenso teste e ter dado seu melhor nele, faz com que ele seja gratificante da mesma forma. Afinal, ninguém é igual. Como anda sua prova?
- J.
Ora, simplesmente porque é só mais um teste, mais uma questão, mais uma prova. E por quê temos que passar por essa prova? Existem tantas questões difíceis, daquelas que pensamos horas e horas e não chegamos a nenhuma solução e decidimos pular. Mas uma hora ela volta, afinal, completar a prova implica em preencher todas as questões. Aí a gente chuta. Não é a), não é b), não é c), vou chutar a d). E se estiver errado? Bom, foi um erro, que só serviu para que possamos aprender o certo.
"Mas é uma prova muito difícil, eu não sei resolver nada!" Por isso é uma prova. Se você não sabe nada, volte para aprender, tenha experiências, e dê seu melhor. Se não, não tem problema, na vida ninguém tem que acertar tudo de primeira, ninguém tem que encarar e se forçar a aprender algo que não se sente apto. Mas todos estão fazendo essa prova constante, em que nós mesmo estabelecemos o tempo necessário e o tempo gasto em cada questão. A diferença, é que alguns se contentam com um zero, alguns empacam em uma questão e desistem do resto da prova, outros chutam o que não sabem e entregam nas mãos do destino, mas não tem ninguém que saiba tudo, por quê teriam de saber? Não teria graça fazer a prova, então. Nada é mais gratificante que uma boa nota, mas só o orgulho de ter feito esse imenso teste e ter dado seu melhor nele, faz com que ele seja gratificante da mesma forma. Afinal, ninguém é igual. Como anda sua prova?
- J.
Gaaaaaaaafe, super gafe!
Se tem uma coisa que acho suuuuuuuuuuper ridículo é escrever frases sobre si próprio no subnick do msn e afins...
frases do tipo.: ''Sou a menina top''...''Sou mina zika'', isso vale para os meninos também!
Uma gafe que todos cometem é dar indiretas em alguém ficando ON e OFF toda hora, e a frase mais usada para essa estupidez é...'' Viu o que você fez, deixou meu coração em pedaços no chão...'' e outras bem bregas.
Então, meninas e meninos, vai um conselho, colocar uma frase de música, ou algo engraçadinho é bem melhor do que se submeter aos apelos!
Beeeeijos da C, que tá na fita de novo, ÉH NÓIS QUE TÁ MALANDRAGEM!
frases do tipo.: ''Sou a menina top''...''Sou mina zika'', isso vale para os meninos também!
Uma gafe que todos cometem é dar indiretas em alguém ficando ON e OFF toda hora, e a frase mais usada para essa estupidez é...'' Viu o que você fez, deixou meu coração em pedaços no chão...'' e outras bem bregas.
Então, meninas e meninos, vai um conselho, colocar uma frase de música, ou algo engraçadinho é bem melhor do que se submeter aos apelos!
Beeeeijos da C, que tá na fita de novo, ÉH NÓIS QUE TÁ MALANDRAGEM!
Poker Face + 4 iPhones
Claro, eu também sei tocar 'Poker Face' da Lady Gaga com quatro iPhones, coisa básica. Que proeza, meu.
- J.
Via Láctea
Agora, neste exato momento, eu gostaria muito de estar no espaço. Sentada em alguma estrela ou me segurando em algum cometa que me possibilitasse olhar para toda a via láctea e que fosse possível ouvir aquela música que eu gostava tanto quando criança.
Para mim, não existe nada mais curioso que a galáxia. Nada é mais cativante que os anéis de Saturno ou a distância gélida de Plutão, assim como a beleza cálida da Lua. E o brilho das estrelas? Ou do Sol? Acho que nem precisaria de uma música de fundo. O espaço consegue dizer muito com seu silêncio mortal, sem dúvida, não há nada mais extraordinário que isso.
- J.
Para mim, não existe nada mais curioso que a galáxia. Nada é mais cativante que os anéis de Saturno ou a distância gélida de Plutão, assim como a beleza cálida da Lua. E o brilho das estrelas? Ou do Sol? Acho que nem precisaria de uma música de fundo. O espaço consegue dizer muito com seu silêncio mortal, sem dúvida, não há nada mais extraordinário que isso.
- J.
Carlos Baute y Marta Sánchez
Te envío poemas de mi puño y letra. Te envío canciones de 4 40. Te envío las fotos cenando en Marbella y cuando estuvimos por Venezuela. Y así me recuerdes y tengas presente que mi corazón está colgando en tus manos.
- J.
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