- Eu não quero mais ser o herói, ser a figura que todos impuseram-me. Eu não sou nada disso, eu não aguento mais, eu queria só ser eu, somente e exclusivamente eu, de novo. Sabe? Eu não sou o herói, nunca fui, e nunca quis ser. Não aguento mais sustentar todos os pilares, como se eu fosse a viga chave da construção, não aguento mais todo esse peso... Você me entende?
- Mas quem um dia pediu que você fosse o herói? Você aceitou, talvez inconscientemente, o papel do alicerce e embora ele não lhe pertença, você o executa mesmo assim...
- J.
about: freakies - blog aleatório, de duas amigas aleatórias, que postam coisas aleatórias, é
sábado, 31 de julho de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
"I believe in nothing, but the truth of who we are"
E no fim, é tudo que nós temos. A verdade, a essência das pessoas.
Sem isso, elas são somente um aglomerado de células, pouco interessante...
- J.
Sem isso, elas são somente um aglomerado de células, pouco interessante...
- J.
terça-feira, 27 de julho de 2010
The Pretty Reckless
and as I watch you disappear into the ground my one mistake was that I never let you down. so I'll waste my time, and I'll burn my mind.
- J.
Corredor de Hotel
Enquanto subia os andares no elevador deteriorado daquele antigo hotel, pensava nas palavras que diria à ele. Ironicamente, não estava nem conseguindo definir meus sentimentos, a busca pelas frases corretas, na ordem certa, era uma tarefa complicada no contexto em que me encontrava.
Quando finalmente me vi em frente ao corredor silencioso, cheio de quartos, hesitei. Deveria continuar? Porém, antes de me conceder qualquer tipo de dúvida, lembrei que nunca havia agido por impulso antes e tinha uma certa vontade ser levada pela insanidade da situação. Entretanto, bem que eu poderia ter escolhido uma situação menos complexa; meu Orgulho já estava declarando uma guerra interna contra minhas indefesas Emoções. Coitadas. Estavam sentindo pela primeira vez um gostinho de vitória...
Procurei avidamente em minha bolsa pelo papel que continha o número do quarto. Minhas mãos tremiam, tinha evitado pensar nisso até o presente momento, no entanto, era inevitável agora. O que eu faria? Caminhei relutante pelo corredor, procurando pelo respectivo quarto. Quando estava em frente à porta do dormitório 704, congelei. Pude sentir a adrenalina ao mesmo tempo que minha feição passava do medo para a inexpressão. Virei-me, sentindo aquelas paredes emboloradas nas minhas costas, sentei-me no chão, e lá fiquei. Sem ação.
Entretanto, ainda podia ouvir. Consegui escutar a televisão ligada no quarto vizinho e a criança chorando na porta à frente e assim pude deleitar-me com esses sons, enquanto meus músculos continuavam em greve. Nesse momento, um único pensamento dominou minha mente: Correr. Sair correndo pelo corredor, pela rua, enquanto destruía o bilhete freneticamente com o endereço, para que não voltasse mais. Estaria meu Orgulho ganhando? Provavelmente sim.
Estava quase acatando ao toque de recolher que meu subconsciente gritava, quando escutei um rangido e meu coração parou. Olhei para o lado, desejando, esperando não ver o que aquele barulho denunciava. Súplicas mais inúteis não poderiam existir. Ele, o alvo de todo aquele meu drama, surgiu do quarto e espantou-se com a minha presença ali, sentada em uma provável mudança de cores - a antiga palidez deu lugar ao vermelho da vergonha.
Ambos ficamos quietos por um tempo. É claro que eu não quebraria o silêncio. Meu corpo em estado de alerta, ordenando que eu pulasse da janela, saísse correndo, qualquer ação além da paralisação era válida.
A voz dele decidiu ecoar naquele corredor silencioso, no entanto, o tom que veio com elas, não era severo, era curiosidade: "Hm... Você? O que você tá fazendo aqui?"
Custou-me certo esforço para responder.
"Eu... Eu queria.... Te ver." As palavras saíram num tom deplorável, denunciado todo o medo, a incerteza, a vontade de fugir que eu sentia naquele momento. Não me levantei, era pedir demais à minha mente transtornada.
"Por quê? Pensei que você tinha dito que nunca mais queria me ver..." Nem consigo descrever o corte que tais palavras proporcionaram em minha consciência.
"Ainda é difícil engolir as palavras que você me disse há alguns dias... Mas por alguma estranha razão, eu quis vir aqui, te ver."
"Eu não me arrependo do que eu disse. Você precisava ouvir aquilo e entender que eu não sou o que você quer."
"É que talvez..." - Suspirei, desviei o olhar - "... Eu entendi o que você quis dizer dizendo-me tais palavras, listando meus defeitos. Talvez, eu era a errada. Mas..." Não aguentei. Parei, senti meus olhos úmidos.
"Mas...? Eu não tenho o dia todo." Sentenciou.
"Ah, me dá um tempo. Você não percebe o quão difícil isso é pra mim? Vir até aqui, ter essa conversa com você...?" De repente eu estava brava. Comecei a odiar profundamente toda aquela situação. "... Talvez, eu era a errada, você tem completa razão sobre tudo o que você disse sobre mim. Mas você errou em uma coisa só. E acho que eu estou nesse drama todo só pra te falar o que é."
"E o que é?" Ele me olhou impaciente e minha raiva com isso só subiu. Aquele desinteresse me queimava por dentro.
Não me contive, gritei a resposta: "VOCÊ! Eu quero você! Você errou nisso." Meus olhos se voltaram para encontrar os dele, enquanto choravam lágrimas de tristeza e raiva. Minha expressão estava, sem dúvida, furiosa. E depois de presenciar sua reação de espanto, levantei-me e saí andando.
De que adiantava correr agora? Meu Orgulho havia sido bombardeado cruelmente. Quando cheguei à porta do elevador, concluí, sem olhar para trás: "Acho que eu vim aqui, mais para honrar meus sentimentos do que para ver-te. Você estava errado, e ainda está com relação à isso." Nisso, estava entrando no elevador, para ir embora, dessa vez certa que ia queimar o endereço, quando senti algo puxando-me e quando notei, ele estava me envolvendo pela cintura e nossos corpos estavam tão juntos, que pude sentir as batidas de seu coração. Estavam aceleradas, talvez mais que as minhas.
"Acho que era o que eu precisava ouvir para desistir do meu orgulho também" Disse-me e lá no meio daquele corredor de hotel, beijou-me apaixonadamente, enquanto me segurava como se nunca mais fosse me deixar ir. Meu Orgulho havia perdido a guerra, mas isso não o impedia de sorrir, deslumbrado com a força do inimigo.
- J.
Quando finalmente me vi em frente ao corredor silencioso, cheio de quartos, hesitei. Deveria continuar? Porém, antes de me conceder qualquer tipo de dúvida, lembrei que nunca havia agido por impulso antes e tinha uma certa vontade ser levada pela insanidade da situação. Entretanto, bem que eu poderia ter escolhido uma situação menos complexa; meu Orgulho já estava declarando uma guerra interna contra minhas indefesas Emoções. Coitadas. Estavam sentindo pela primeira vez um gostinho de vitória...
Procurei avidamente em minha bolsa pelo papel que continha o número do quarto. Minhas mãos tremiam, tinha evitado pensar nisso até o presente momento, no entanto, era inevitável agora. O que eu faria? Caminhei relutante pelo corredor, procurando pelo respectivo quarto. Quando estava em frente à porta do dormitório 704, congelei. Pude sentir a adrenalina ao mesmo tempo que minha feição passava do medo para a inexpressão. Virei-me, sentindo aquelas paredes emboloradas nas minhas costas, sentei-me no chão, e lá fiquei. Sem ação.
Entretanto, ainda podia ouvir. Consegui escutar a televisão ligada no quarto vizinho e a criança chorando na porta à frente e assim pude deleitar-me com esses sons, enquanto meus músculos continuavam em greve. Nesse momento, um único pensamento dominou minha mente: Correr. Sair correndo pelo corredor, pela rua, enquanto destruía o bilhete freneticamente com o endereço, para que não voltasse mais. Estaria meu Orgulho ganhando? Provavelmente sim.
Estava quase acatando ao toque de recolher que meu subconsciente gritava, quando escutei um rangido e meu coração parou. Olhei para o lado, desejando, esperando não ver o que aquele barulho denunciava. Súplicas mais inúteis não poderiam existir. Ele, o alvo de todo aquele meu drama, surgiu do quarto e espantou-se com a minha presença ali, sentada em uma provável mudança de cores - a antiga palidez deu lugar ao vermelho da vergonha.
Ambos ficamos quietos por um tempo. É claro que eu não quebraria o silêncio. Meu corpo em estado de alerta, ordenando que eu pulasse da janela, saísse correndo, qualquer ação além da paralisação era válida.
A voz dele decidiu ecoar naquele corredor silencioso, no entanto, o tom que veio com elas, não era severo, era curiosidade: "Hm... Você? O que você tá fazendo aqui?"
Custou-me certo esforço para responder.
"Eu... Eu queria.... Te ver." As palavras saíram num tom deplorável, denunciado todo o medo, a incerteza, a vontade de fugir que eu sentia naquele momento. Não me levantei, era pedir demais à minha mente transtornada.
"Por quê? Pensei que você tinha dito que nunca mais queria me ver..." Nem consigo descrever o corte que tais palavras proporcionaram em minha consciência.
"Ainda é difícil engolir as palavras que você me disse há alguns dias... Mas por alguma estranha razão, eu quis vir aqui, te ver."
"Eu não me arrependo do que eu disse. Você precisava ouvir aquilo e entender que eu não sou o que você quer."
"É que talvez..." - Suspirei, desviei o olhar - "... Eu entendi o que você quis dizer dizendo-me tais palavras, listando meus defeitos. Talvez, eu era a errada. Mas..." Não aguentei. Parei, senti meus olhos úmidos.
"Mas...? Eu não tenho o dia todo." Sentenciou.
"Ah, me dá um tempo. Você não percebe o quão difícil isso é pra mim? Vir até aqui, ter essa conversa com você...?" De repente eu estava brava. Comecei a odiar profundamente toda aquela situação. "... Talvez, eu era a errada, você tem completa razão sobre tudo o que você disse sobre mim. Mas você errou em uma coisa só. E acho que eu estou nesse drama todo só pra te falar o que é."
"E o que é?" Ele me olhou impaciente e minha raiva com isso só subiu. Aquele desinteresse me queimava por dentro.
Não me contive, gritei a resposta: "VOCÊ! Eu quero você! Você errou nisso." Meus olhos se voltaram para encontrar os dele, enquanto choravam lágrimas de tristeza e raiva. Minha expressão estava, sem dúvida, furiosa. E depois de presenciar sua reação de espanto, levantei-me e saí andando.
De que adiantava correr agora? Meu Orgulho havia sido bombardeado cruelmente. Quando cheguei à porta do elevador, concluí, sem olhar para trás: "Acho que eu vim aqui, mais para honrar meus sentimentos do que para ver-te. Você estava errado, e ainda está com relação à isso." Nisso, estava entrando no elevador, para ir embora, dessa vez certa que ia queimar o endereço, quando senti algo puxando-me e quando notei, ele estava me envolvendo pela cintura e nossos corpos estavam tão juntos, que pude sentir as batidas de seu coração. Estavam aceleradas, talvez mais que as minhas.
"Acho que era o que eu precisava ouvir para desistir do meu orgulho também" Disse-me e lá no meio daquele corredor de hotel, beijou-me apaixonadamente, enquanto me segurava como se nunca mais fosse me deixar ir. Meu Orgulho havia perdido a guerra, mas isso não o impedia de sorrir, deslumbrado com a força do inimigo.
- J.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
House, EU TE AMO!
É incrível, mas não consigo parar de ver House. Por mais que tenha passado trezentas mil vezes o mesmo episódio, eu não canso!
Acho que é um caso a ser tratado, pois sou visivelmente VICIADA nessa série, não dá pra resistir a grande estupidez com que House trata seus colegas e pacientes.
Será que eu preciso de tratamento? HOOOOOOUSE vem aqui me tratar, HAHAHAHA.
![]() |
| ''Normal is not normal.” - Normal não é normal. House |
C. é uma viciada o.o
sábado, 24 de julho de 2010
Memories
For some reason, I need to write about you. Need to tell others about your sweet embrace, about the kindness in your voice. And how come, didn't you kiss me under that tree, in that night? It was such a beautiful night; shining stars and a dazzling blue moon, wich was going down so quickly... How could I be afraid of your touch, once you showed me your honesty in those simple acts and words...? I should've trusted from the beggining, when you just held my hand and looked right into my eyes, so different from the others...
And when our faces got closer enough, and I could felt your breath and heartbeats, that wonderful moon disappeared, and also, I've woken up. Damn.
- J.
And when our faces got closer enough, and I could felt your breath and heartbeats, that wonderful moon disappeared, and also, I've woken up. Damn.
- J.
Alanis Morissette
It's meeting the man of my dreams and then meeting his beautiful wife. And isn't it ironic? Don't you think? A little too ironic.. and yeah I really do think..
Well life has a funny way of sneaking up on you. And life has a funny, funny way of helping you out.
- J.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Pedido
Ela não esqueceria jamais aqueles olhos penetrantes, frios como o gelo. Entretanto, eles a aqueciam de uma forma estranha, como se afastasse a solidão que existisse dentro dela. Quando percebeu, já não podia mais viver sem aquele olhar e se perguntava o porquê sorria quando o via, por que a presença dele a fazia sentir-se tão viva. Seria ele a resposta para seu vazio? Não sabia. Só desejava que ele nunca partisse, queria ter aquele olhar friamente terno para sempre.
O medo de que ele a deixasse a preocupava a cada dia; sonhou com ele indo embora. Acordou chorando e foi procurá-lo. Quando o encontrou, se jogou em seus braços, lágrimas rolavam em seu rosto enquanto dizia aos sussurros amedrontados: “Por favor, não vá...”
- J.
O medo de que ele a deixasse a preocupava a cada dia; sonhou com ele indo embora. Acordou chorando e foi procurá-lo. Quando o encontrou, se jogou em seus braços, lágrimas rolavam em seu rosto enquanto dizia aos sussurros amedrontados: “Por favor, não vá...”
- J.
Crepúsculo, hm
Recentemente eu li “Amanhecer” a conclusão da saga Crepúsculo. Li todos os livros, menos o primeiro e vi todos os filmes já lançados, agora acho que tenho alguma base para falar sobre o assunto.
Todo um universo girando em torno do sonhado amor eterno e da paixão proibida com um bônus extraordinário: vampiros. Além de lobisomens, também, e a presença de uma humana-chave, claro.
O que destacou a série, em minha opinião, é a quebra de expectativa que a autora proporcionou com relação aos personagens. Vampiros românticos, lobisomens amigáveis, totalmente diferentes das versões que conhecíamos através de histórias de terror, lendas, mitos e a parafernália toda.
A história se baseia no amor surreal entre a humana Bella Swan e o vampiro Edward Cullen, que, no livro, é extremamente cativante. Não sei se digo isso porque tenho meu lado romântico e tal, mas o jeito que a Stephanie Meyer narra a paixão entre os dois é hipnotizante. E convenhamos, por mais irreal e absurda que a história seja, consegue arrancar suspiros com o amor verdadeiro e eterno presente em um mundo completamente novo e interessante.
Para mim, livro bom é aquele que desperta a vontade de ler, de saber o que acontece na página, no capítulo seguinte. É aquele que faz você quase acreditar que o que você está lendo é real, que te prende a um mundo que você mesmo cria, a partir da imaginação proposta pelas linhas escritas. Assim, na minha concepção, os livros da saga Twilight são bons sim.
Mas não consigo dizer o mesmo com relação aos filmes. Claro, no filme descartam detalhes que às vezes consideramos importantes, mas a proposta é seguir ao máximo possível a história escrita. Porém, eu acho que falta alguma coisa, embora não saiba exatamente o quê... Talvez a atuação deixe a desejar, ou faltam alguns efeitos... Enfim, acho que não merece todo o destaque que tem no mundo cinematográfico, mas na literatura, é um fenômeno e tanto, que é merecedor do sucesso que tem.
Agora, o público alvo é que me deixa um pouco em dúvida. Existem meninos que adoram e são fãs da série tanto quanto meninas. E adultos tão fanáticos quanto adolescentes. Mas quando vejo imagens da première dos filmes ou pessoas que estão carregando o livro, são na grande maioria, garotas adolescentes. Por isso, acho que dá pra considerar um público alvo mais feminino, embora seja algo generalizado. Mas o livro é para qualquer um, sem dúvida, aí é uma questão de gosto.
No entanto, uma coisa que eu não consigo aceitar é a comparação com Harry Potter, em que a Saga Crepúsculo é melhor. Claro que é da concepção de cada um, mas creio o bruxo de Hogwarts conquistou muito mais fãs do que o universo dos vampiros e lobisomens. Pode ser só uma suposição da minha parte, mas eu acabei considerando Harry Potter melhor, tanto em termos cinematográficos e literários. Embora só tenha lido o último livro, foi o bastante para considerar a J. K. Rowling outra escritora brilhante. Acho que dá pra concluir que HP é fascinante por seu universo mágico e aventureiro, e Twilight pelo romance, sendo ambos fenômenos mundiais.
No fim, dá pra concluir o seguinte: eu adoro Crepúsculo, Harry Potter e essas histórias com o poder de fascinar pela fantasia proposta, mas não sou nenhuma fanática, tampouco uma crítica com sete pedras na mão. E adoração é uma coisa, falar mal é outra, e criticar é outra completamente diferente e isso vale para qualquer assunto.
- J.
Todo um universo girando em torno do sonhado amor eterno e da paixão proibida com um bônus extraordinário: vampiros. Além de lobisomens, também, e a presença de uma humana-chave, claro.
O que destacou a série, em minha opinião, é a quebra de expectativa que a autora proporcionou com relação aos personagens. Vampiros românticos, lobisomens amigáveis, totalmente diferentes das versões que conhecíamos através de histórias de terror, lendas, mitos e a parafernália toda.
A história se baseia no amor surreal entre a humana Bella Swan e o vampiro Edward Cullen, que, no livro, é extremamente cativante. Não sei se digo isso porque tenho meu lado romântico e tal, mas o jeito que a Stephanie Meyer narra a paixão entre os dois é hipnotizante. E convenhamos, por mais irreal e absurda que a história seja, consegue arrancar suspiros com o amor verdadeiro e eterno presente em um mundo completamente novo e interessante.
Para mim, livro bom é aquele que desperta a vontade de ler, de saber o que acontece na página, no capítulo seguinte. É aquele que faz você quase acreditar que o que você está lendo é real, que te prende a um mundo que você mesmo cria, a partir da imaginação proposta pelas linhas escritas. Assim, na minha concepção, os livros da saga Twilight são bons sim.
Mas não consigo dizer o mesmo com relação aos filmes. Claro, no filme descartam detalhes que às vezes consideramos importantes, mas a proposta é seguir ao máximo possível a história escrita. Porém, eu acho que falta alguma coisa, embora não saiba exatamente o quê... Talvez a atuação deixe a desejar, ou faltam alguns efeitos... Enfim, acho que não merece todo o destaque que tem no mundo cinematográfico, mas na literatura, é um fenômeno e tanto, que é merecedor do sucesso que tem.
Agora, o público alvo é que me deixa um pouco em dúvida. Existem meninos que adoram e são fãs da série tanto quanto meninas. E adultos tão fanáticos quanto adolescentes. Mas quando vejo imagens da première dos filmes ou pessoas que estão carregando o livro, são na grande maioria, garotas adolescentes. Por isso, acho que dá pra considerar um público alvo mais feminino, embora seja algo generalizado. Mas o livro é para qualquer um, sem dúvida, aí é uma questão de gosto.
No entanto, uma coisa que eu não consigo aceitar é a comparação com Harry Potter, em que a Saga Crepúsculo é melhor. Claro que é da concepção de cada um, mas creio o bruxo de Hogwarts conquistou muito mais fãs do que o universo dos vampiros e lobisomens. Pode ser só uma suposição da minha parte, mas eu acabei considerando Harry Potter melhor, tanto em termos cinematográficos e literários. Embora só tenha lido o último livro, foi o bastante para considerar a J. K. Rowling outra escritora brilhante. Acho que dá pra concluir que HP é fascinante por seu universo mágico e aventureiro, e Twilight pelo romance, sendo ambos fenômenos mundiais.
No fim, dá pra concluir o seguinte: eu adoro Crepúsculo, Harry Potter e essas histórias com o poder de fascinar pela fantasia proposta, mas não sou nenhuma fanática, tampouco uma crítica com sete pedras na mão. E adoração é uma coisa, falar mal é outra, e criticar é outra completamente diferente e isso vale para qualquer assunto.
- J.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Noite
Um dia, escrevi sobre o frio. Narrei sobre a brisa gélida que tocava meu rosto e agitava meu cabelo, sobre como o tempo trazia um aroma úmido e doce. Lembro-me de ter relacionado estes e outros fatores à você, e traduzindo assim, um aspecto doloroso com relação aos dias gelados.
No entanto, agora que estamos no inverno, agora que todas as árvores já perderam suas folhas, as monções já não me cortam com memórias desgastadas, como costumava acontecer. Agora, sentada, exposta ao sereno gelado da noite, eu só sinto a brisa trazer música e paz. Há ainda alguma coisa de seu nessa sensação, mas se perdeu, misturou-se à melodia gélida e serena.
-J.
No entanto, agora que estamos no inverno, agora que todas as árvores já perderam suas folhas, as monções já não me cortam com memórias desgastadas, como costumava acontecer. Agora, sentada, exposta ao sereno gelado da noite, eu só sinto a brisa trazer música e paz. Há ainda alguma coisa de seu nessa sensação, mas se perdeu, misturou-se à melodia gélida e serena.
-J.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Tarina Tarantino
Certo. Eu tenho uma mania muito ruim de gostar daquilo que não vende por aqui.
Enfim, hoje eu vim falar sobre as jóias e acessórios em geral da Tarina Tarantino, que são assim, divinos.
As jóias tem várias formas, cores, estilos, que podem agradar qualquer um. Tem do extravagante ao discreto, do colorido ao básico, e assim eu me apaixono, né, porque afinal, eu sou uma pessoa de extremos. E é cada coisa fofa! Poderia passar horas falando dos acessórios de cabelo, das pulseiras, dos brincos, dos colares... Mas como isso seria muito chato, pra quem se interessar, é só dar uma olhadinha no site da Tarina Tarantino.
Infelizmente eu não tenho ideia quanto ao preço dos produtos, mas se alguém um dia for pra Los Angeles ou Nova York, acho que vale a pena conferir. (:
- J.
Enfim, hoje eu vim falar sobre as jóias e acessórios em geral da Tarina Tarantino, que são assim, divinos.
As jóias tem várias formas, cores, estilos, que podem agradar qualquer um. Tem do extravagante ao discreto, do colorido ao básico, e assim eu me apaixono, né, porque afinal, eu sou uma pessoa de extremos. E é cada coisa fofa! Poderia passar horas falando dos acessórios de cabelo, das pulseiras, dos brincos, dos colares... Mas como isso seria muito chato, pra quem se interessar, é só dar uma olhadinha no site da Tarina Tarantino.
Infelizmente eu não tenho ideia quanto ao preço dos produtos, mas se alguém um dia for pra Los Angeles ou Nova York, acho que vale a pena conferir. (:
- J.
Férias,projetos...
Lindezas da C. realmente está preocupante esta minha ausência, porém é por dois bons motivos.
1º É FÉRIAS, então os acessos ficam fracos!
2º eu estou com um novo projeto de make-up, sabe como é, cursos e tudo mais, então isso toma um mega tempo da garota.
Despois de toda essa encheção de linguiça, eu apenas peço paciencia e logo logo eu volto com mais novidades.
Beijos C.
1º É FÉRIAS, então os acessos ficam fracos!
2º eu estou com um novo projeto de make-up, sabe como é, cursos e tudo mais, então isso toma um mega tempo da garota.
Despois de toda essa encheção de linguiça, eu apenas peço paciencia e logo logo eu volto com mais novidades.
Beijos C.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Abbey Dawn
Se eu tenho um sonho de consumo? Sim, se chama Abbey Dawn, a marca de roupas da Avril Lavigne.
Talvez eu já tenha falado dessa marca aqui e seja suspeita para dizer que eu gosto, afinal, eu também sou fã da Avril, hihi. Mas eu acho realmente muito lindas as calças, as camisetas, os casacos, as jóias, os óculos e tudo mais que aquela loira diva inventa e etiqueta como 'Abbey Dawn'. E o melhor de tudo, é que tudo tem um preço acessível. O único problema (catástrofe, cof cof), é que não vende aqui no Brasil.
Mas enfim, se alguém se interessou, vale a pena dar um olhada na sessão AD no site da Kohl's, que é a loja americana que vende a marca.
- J.
Talvez eu já tenha falado dessa marca aqui e seja suspeita para dizer que eu gosto, afinal, eu também sou fã da Avril, hihi. Mas eu acho realmente muito lindas as calças, as camisetas, os casacos, as jóias, os óculos e tudo mais que aquela loira diva inventa e etiqueta como 'Abbey Dawn'. E o melhor de tudo, é que tudo tem um preço acessível. O único problema (catástrofe, cof cof), é que não vende aqui no Brasil.
Mas enfim, se alguém se interessou, vale a pena dar um olhada na sessão AD no site da Kohl's, que é a loja americana que vende a marca.
- J.
Rock In Rio 2011
Vocês devem conhecer, mas o Rock in Rio é um evento que durante alguns dias (cinco se não me engano) reúne astros da música em um grande festival, organizado por Roberto Medina.
Como vocês devem saber, eu sou fã do Tokio Hotel, e queria muito vê-los aqui no Brasil, já que não só eu, mas várias outras fãs ficaram decepcionadas que a última turnê deles não passou por aqui... E queria... Assim... Pedir, singelamente, que vocês votassem neles numa enquete que tá acontecendo no site Universo do Rock, que parece ser oficial... Tem várias bandas/cantores concorrendo, votem em quem quiserem, mas queria pedir que marcassem o Tokio Hotel também, por favor... Seria um sonho pra mim, e pra vários outros fãs, assistir um show deles!
Meus sinceros agradecimentos a quem ajudar (:
- J.
Como vocês devem saber, eu sou fã do Tokio Hotel, e queria muito vê-los aqui no Brasil, já que não só eu, mas várias outras fãs ficaram decepcionadas que a última turnê deles não passou por aqui... E queria... Assim... Pedir, singelamente, que vocês votassem neles numa enquete que tá acontecendo no site Universo do Rock, que parece ser oficial... Tem várias bandas/cantores concorrendo, votem em quem quiserem, mas queria pedir que marcassem o Tokio Hotel também, por favor... Seria um sonho pra mim, e pra vários outros fãs, assistir um show deles!
Meus sinceros agradecimentos a quem ajudar (:
- J.
domingo, 4 de julho de 2010
Veneno
Há alguns meses, fui mordida por algo que não sei descrever, algo parecido com uma serpente, não sei ao certo, mas que me injetou um veneno lento e doloroso. A angústia, a dor, o desespero daquele veneno fazia com que eu me perdesse a cada lágrima, a cada sensação de tristeza e por fim, acabei me perdendo por completo.
Permaneci algum tempo em um lugar frio e escuro, vivendo ilusões torturantes. E por mais que eu permanecesse sorrindo de alguma forma, me perguntava o porquê daquele veneno aparentemente insignificante ter tantos efeitos catastróficos.
Quis fingir que toda aquela substância tóxica não existia, mas enquanto tentava escondê-la, ela só se espalhava mais e transbordava do meu corpo de formas esdrúxulas.
No entanto, fui me purificando aos poucos, o que me custava um grande esforço. Fui recuperando meus sonhos e minhas esperanças aos poucos também, já conseguia ver por fim alguma luz, depois de dias, meses, presa na escuridão daquele poço envenenado em que me joguei por fraqueza, até que vi uma mão, que me puxou para fora. Talvez uma não, várias.
Acho que reencontrei a minha essência, no fim e entendi que o veneno não era real, era uma ilusão que eu mesma inventara para honrar meu orgulho. Tudo não passara de um teste.
Obrigado.
- J.
Permaneci algum tempo em um lugar frio e escuro, vivendo ilusões torturantes. E por mais que eu permanecesse sorrindo de alguma forma, me perguntava o porquê daquele veneno aparentemente insignificante ter tantos efeitos catastróficos.
Quis fingir que toda aquela substância tóxica não existia, mas enquanto tentava escondê-la, ela só se espalhava mais e transbordava do meu corpo de formas esdrúxulas.
No entanto, fui me purificando aos poucos, o que me custava um grande esforço. Fui recuperando meus sonhos e minhas esperanças aos poucos também, já conseguia ver por fim alguma luz, depois de dias, meses, presa na escuridão daquele poço envenenado em que me joguei por fraqueza, até que vi uma mão, que me puxou para fora. Talvez uma não, várias.
Acho que reencontrei a minha essência, no fim e entendi que o veneno não era real, era uma ilusão que eu mesma inventara para honrar meu orgulho. Tudo não passara de um teste.
Obrigado.
- J.
Poder Feminino
Já faz um bom tempo que fico desolada com o amor, mas a vida ( e umas pessoas) me fez entender que o poder que eu tenho de conquistar novos amores é muito forte. Não que eu seja a Miss Fodona, mas cá entre nós, que mulher que nunca atraiu um olhar alheio que ataque a primeira pedra!
*carol sendo apedrejada*
Cansei de lutar por um amor bandido, inconquistável, agora vou curtir a vida, minha juventude. E se pensam que eu quero namorar tão cedo, ah, estão enganados, o papo agora e outro malandragem!! (sem malícia)
C, virou mana (:
*carol sendo apedrejada*
Cansei de lutar por um amor bandido, inconquistável, agora vou curtir a vida, minha juventude. E se pensam que eu quero namorar tão cedo, ah, estão enganados, o papo agora e outro malandragem!! (sem malícia)
C, virou mana (:
sábado, 3 de julho de 2010
Precipício
Estávamos conversando à beira do precipício. Havia uma vista bonita dali, o crepúsculo e algumas estrelas decoravam o céu. No entanto, a aura dele estava perturbada; a passividade da paisagem contrastava com seu olhar amedrontado e úmido. Conforme a conversa corria, seu humor ia mudando drasticamente. Ficava com raiva, dizia grosserias, ficava triste e começava a tremer, seu olhar se perdia, resquícios de lágrima apareciam, embora não caíam.
Não estávamos conversando nada de muito importante, de fato. Estávamos apenas refletindo sobre a vida, sobre alguns sentimentos, alguns acontecimentos talvez. Entretanto, as oscilações iam se acentuando. Ele se descontrolava cada vez mais, seu corpo denunciava seu estado interior. Cada problema comentado era intensificado, cada dor anunciada abria todas as cicatrizes dificilmente fechadas, cada alegria contada aos risos era diminuída, como se não tivesse importância... Algo estava errado.
Ao fim, houve uma explosão. Ele gritou de pavor, se desequilibrou e caiu do precipício. Por um momento, fechou os olhos e esperou pela sua morte, mas sentia-se vivo ainda. Eu estava segurando-o, não o deixaria cair. Quando nossos olhares se encontraram, lágrimas corriam de seu rosto, ao mesmo tempo que suplicava para largá-lo. Dizia que não, que não o soltaria, no entanto, não poderia aguentá-lo se ele não fizesse esforço para subir. Comecei a chorar, sua mão escorregava, não conseguiria salvá-lo. Gritava para que agarrasse meu braço, em meio aos meus soluços de raiva e desesperançados. Minha mão tremia, desviei o olhar para não ter a cena que se seguiria nas minhas memórias, mas senti suas mãos no meu braço e o puxei para cima com toda minha força.
Uma vez sob o mesmo chão de novo, eu e ele continuamos chorando, olhei para o céu, agora totalmente estrelado. Não dissemos nada por um momento, depois o abracei, mesmo não sabendo se era o melhor a ser feito. Ele estava tremendo e hesitou em corresponder, mas o fez. Perguntou porquê o havia salvado, porquê não o havia deixado cair. Olhei para ele com uma expressão séria, mas desviei o rosto para o abismo e disse: "Por quê é o que os amigos fazem. Mas eu só consegui te ajudar porque você aceitou a ajuda. Caso contrário, não teria o que fazer."
- J.
Não estávamos conversando nada de muito importante, de fato. Estávamos apenas refletindo sobre a vida, sobre alguns sentimentos, alguns acontecimentos talvez. Entretanto, as oscilações iam se acentuando. Ele se descontrolava cada vez mais, seu corpo denunciava seu estado interior. Cada problema comentado era intensificado, cada dor anunciada abria todas as cicatrizes dificilmente fechadas, cada alegria contada aos risos era diminuída, como se não tivesse importância... Algo estava errado.
Ao fim, houve uma explosão. Ele gritou de pavor, se desequilibrou e caiu do precipício. Por um momento, fechou os olhos e esperou pela sua morte, mas sentia-se vivo ainda. Eu estava segurando-o, não o deixaria cair. Quando nossos olhares se encontraram, lágrimas corriam de seu rosto, ao mesmo tempo que suplicava para largá-lo. Dizia que não, que não o soltaria, no entanto, não poderia aguentá-lo se ele não fizesse esforço para subir. Comecei a chorar, sua mão escorregava, não conseguiria salvá-lo. Gritava para que agarrasse meu braço, em meio aos meus soluços de raiva e desesperançados. Minha mão tremia, desviei o olhar para não ter a cena que se seguiria nas minhas memórias, mas senti suas mãos no meu braço e o puxei para cima com toda minha força.
Uma vez sob o mesmo chão de novo, eu e ele continuamos chorando, olhei para o céu, agora totalmente estrelado. Não dissemos nada por um momento, depois o abracei, mesmo não sabendo se era o melhor a ser feito. Ele estava tremendo e hesitou em corresponder, mas o fez. Perguntou porquê o havia salvado, porquê não o havia deixado cair. Olhei para ele com uma expressão séria, mas desviei o rosto para o abismo e disse: "Por quê é o que os amigos fazem. Mas eu só consegui te ajudar porque você aceitou a ajuda. Caso contrário, não teria o que fazer."
- J.
Cobiça
Ele segurava a mão dela, abraçava-a, beijava-a na testa. Dizia com fervor: "Eu te amo", e o olhar dela correspondia.
Enquanto caminhavam naquele campo repleto de vagalumes, que dançavam descontroladamente, eu os observava ao longe, com certa curiosidade, sobre o que seria aquele tal amor que ambos diziam ter um pelo outro. Entretanto, sentia-o. Era uma sensação cálida, que por mais que não me pertencesse, a respirava. Como o vento, batia no meu rosto e agitava o meu cabelo, mas não conseguia pegá-lo para mim. Tal emoção não era minha.
Fiquei um pouco confusa, talvez triste por não entender. Era algo tão bonito, tão terno, que não pude evitar a cobiça. Porém, algum tempo depois, foi como se algo tivesse me contado que por mais que aquele sentimento não me pertencesse, se eu conseguia percebê-lo, era porque eu o tinha. Só era algo adormecido.
- J.
Enquanto caminhavam naquele campo repleto de vagalumes, que dançavam descontroladamente, eu os observava ao longe, com certa curiosidade, sobre o que seria aquele tal amor que ambos diziam ter um pelo outro. Entretanto, sentia-o. Era uma sensação cálida, que por mais que não me pertencesse, a respirava. Como o vento, batia no meu rosto e agitava o meu cabelo, mas não conseguia pegá-lo para mim. Tal emoção não era minha.
Fiquei um pouco confusa, talvez triste por não entender. Era algo tão bonito, tão terno, que não pude evitar a cobiça. Porém, algum tempo depois, foi como se algo tivesse me contado que por mais que aquele sentimento não me pertencesse, se eu conseguia percebê-lo, era porque eu o tinha. Só era algo adormecido.
- J.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
One Night Only
Talk all the talk with a poet's style, tongue like electric, eyes like a child. Buy only wives and the classic cars, live like a saviour, live like the stars. Talk all the talk with a mother's smile, tongue like electric, eyes like a child. Buy all your highs and the classic cars. Die on the front page, just like the stars...
The big screens, the plastic-made dreams, say you don’t want it, say you don’t want it. It's our world, the picture-book girls, say you don’t want it, say you don’t want it. Don’t you ask me if its long my dare, love don’t really mean a thing round here. The fake scenes the plastic-made dreams: say you don’t want it, say you don’t want it.
- J.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Glen Hansard and Marketa Irglova
Take this sinking boat and point it home, we've still got time. Raise your hopeful voice, you have a choice, you've made it now...
Falling slowly, eyes that know me and I can't go back. Moods that take me and erase me and I'm painted black. You have suffered enough and warred with yourself. It's time that you won.
Falling slowly. Sing your melody, I'll sing along.
- J.
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