RECEPÇÃO

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Audition Fail

essa galera que empolga -q

dik: esse canal, o failblog, tem uns vídeos MUITO alegres, me divirto horrores, recomendo :*

- J.

Um, dois, três II

... E no meio daquela valsa toda, ao longe, naquele canto escuro do salão, alguns rostos podiam ser identificados. Rostos com uma fisionomia triste, rostos cujos corpos estavam bem vestidos, cujos cabelos estavam arrumados, mas que estavam tristes. Os donos desses rostos, sorriam mesmo assim, mas era possível perceber a falta de brilho em seus olhos. Essas pessoas, podiam conversar, mas era como se não tivessem ânimo.
E lá estavam elas naquele canto escuro, olhando vagamente para o nada, conversando umas com as outras, sorrindo sem emoção. Olhavam os pares a dançar naquele salão, a música preenchendo o espaço, naquele rítimo singelo e tão significativo ao mesmo tempo, um, dois, três, um, dois, três; e lá estavam aqueles rostos, assistindo aquele espetáculo de cores, sentimento e diversão.
Aquelas pessoas, em seus vestidos impecáveis, em seus ternos elegantes, com seus cabelos espetaculares, de repente, estavam dispostas a negligenciar todo aquele capricho externo por uma coisa que não podiam ter espontaneamente: um par para dançar aquela valsa contagiante...

- J.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Aleatórias

Esses dias, me deparo com as fitinhas que tenho em volta do pulso, é, aquelas mesmas, que amarramos em volta do mão, tornozelo, ou em qualquer lugar e fazemos pedidos. Dizem que quando a fitinha solta, significa que todos estão realizados... Novamente, olhei para as tais fitas coloridas presas ao meu pulso, e pensei sobre os pedidos que fiz quando as amarrei, talvez estejam se realizando ou não... Talvez essas fitinhas sejam banalidades. Só um objeto banal em que acreditamos trazer sorte, amor, ou seja lá o pedido que fizermos. Mas pode ser só mais uma banalidade... Ou não.

- J.

Entra dindin novo ai!


Galere, eu sei que não é muito hábito de adolescentes ver jornais, então resolvi postar uma notícia que ainda não passou no jornal e que provavelmente se eu não postasse aqui vocês nunca veriam!
Foi anunciado oficialmente ( pelo menos na internet) que nossas cédulas de dinheiro ( o real) mudará na quinta-feira ( 04/02/2010), um ministro não seilá das quantas enfatizou que com os novos desenhos das cédulas seria dificil de da falsifica-las... Então preparem-se para ver as novas notinhas circulando por aí!

<-- fofas né?


Bjbj Cá!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Consciência

Ela me contou em detalhes toda uma complexa história, seus personagens, tramas e dúvidas em relação ao drama; porém, enquanto ela me contava, pude perceber um reflexo de confusão em seus olhos. Quando ela terminou, perguntei:
- Você acredita no que você me contou?
Ela me olhou assustada, suspirou calmamente, e disse, por fim:
- Não.
De repente o olhar assustado dela se transferiu a mim e me apressei sem responder:
- Mas se nem você acredita, quem vai acreditar? Para com drama, e acredite em você, oras.
Subitamente ela assumiu uma expressão de raiva.
- Sabe, você é uma consciência horrível mas amiga ao mesmo tempo. Eu sei o que eu tenho que fazer, eu sei como eu posso melhorar, mas eu preciso do meu espaço pra acabar com a minha mágoa. Dá licença? Obrigado.

- J. está brigando consigo mesma, bjs.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Damn

Acho que eu estou sendo criada para não acreditar em casamentos, coisa que eu achava tão mágica, e que tinham o poder de durar pra sempre... Assim como eu fui obrigada a deixar de acreditar em amor mútuo e honesto. É, 2x0 pra realidade. Damn.

- J.

ps: eu ainda espero pelo socorro de alguém em relação à isso, enquanto não vem, paciência, né.
ps2: pela primeira vez, estou postando algo sem ter transformado em uma metáfora estranha. 1x0 pro meu desespero.

Perigo

Ele estava lá todos os dias, sentado, com seu olhar curioso. Ele costumava se sentar naquelas primeiras carteiras, sempre concentrado no que o professor diria.
No entanto, nunca tive coragem de lhe dizer nem um mísero 'oi'. O ano letivo prosseguiu, trocamos algumas informações acadêmicas, mas nada mais que isso e simultaneamente a esse fato, eu me pegava lançando-lhe olhares curiosos, que nem eu sabia o que significavam, era só mais um fascínio, como tantos outros, porém, eu aprendi a ficar longe de fascínios, normalmente só me causavam problemas, mas aquele lá... Eu tinha de acabar com a minha curiosidade, aquele suspense ia acabar comigo aos poucos. Mas eu jamais admitiria isso, afinal, fascínios eram um problema. Um grande problema.

- J.