Vocês devem conhecer, mas o Rock in Rio é um evento que durante alguns dias (cinco se não me engano) reúne astros da música em um grande festival, organizado por Roberto Medina.
Como vocês devem saber, eu sou fã do Tokio Hotel, e queria muito vê-los aqui no Brasil, já que não só eu, mas várias outras fãs ficaram decepcionadas que a última turnê deles não passou por aqui... E queria... Assim... Pedir, singelamente, que vocês votassem neles numa enquete que tá acontecendo no site Universo do Rock, que parece ser oficial... Tem várias bandas/cantores concorrendo, votem em quem quiserem, mas queria pedir que marcassem o Tokio Hotel também, por favor... Seria um sonho pra mim, e pra vários outros fãs, assistir um show deles!
Meus sinceros agradecimentos a quem ajudar (:
- J.
about: freakies - blog aleatório, de duas amigas aleatórias, que postam coisas aleatórias, é
terça-feira, 6 de julho de 2010
domingo, 4 de julho de 2010
Veneno
Há alguns meses, fui mordida por algo que não sei descrever, algo parecido com uma serpente, não sei ao certo, mas que me injetou um veneno lento e doloroso. A angústia, a dor, o desespero daquele veneno fazia com que eu me perdesse a cada lágrima, a cada sensação de tristeza e por fim, acabei me perdendo por completo.
Permaneci algum tempo em um lugar frio e escuro, vivendo ilusões torturantes. E por mais que eu permanecesse sorrindo de alguma forma, me perguntava o porquê daquele veneno aparentemente insignificante ter tantos efeitos catastróficos.
Quis fingir que toda aquela substância tóxica não existia, mas enquanto tentava escondê-la, ela só se espalhava mais e transbordava do meu corpo de formas esdrúxulas.
No entanto, fui me purificando aos poucos, o que me custava um grande esforço. Fui recuperando meus sonhos e minhas esperanças aos poucos também, já conseguia ver por fim alguma luz, depois de dias, meses, presa na escuridão daquele poço envenenado em que me joguei por fraqueza, até que vi uma mão, que me puxou para fora. Talvez uma não, várias.
Acho que reencontrei a minha essência, no fim e entendi que o veneno não era real, era uma ilusão que eu mesma inventara para honrar meu orgulho. Tudo não passara de um teste.
Obrigado.
- J.
Permaneci algum tempo em um lugar frio e escuro, vivendo ilusões torturantes. E por mais que eu permanecesse sorrindo de alguma forma, me perguntava o porquê daquele veneno aparentemente insignificante ter tantos efeitos catastróficos.
Quis fingir que toda aquela substância tóxica não existia, mas enquanto tentava escondê-la, ela só se espalhava mais e transbordava do meu corpo de formas esdrúxulas.
No entanto, fui me purificando aos poucos, o que me custava um grande esforço. Fui recuperando meus sonhos e minhas esperanças aos poucos também, já conseguia ver por fim alguma luz, depois de dias, meses, presa na escuridão daquele poço envenenado em que me joguei por fraqueza, até que vi uma mão, que me puxou para fora. Talvez uma não, várias.
Acho que reencontrei a minha essência, no fim e entendi que o veneno não era real, era uma ilusão que eu mesma inventara para honrar meu orgulho. Tudo não passara de um teste.
Obrigado.
- J.
Poder Feminino
Já faz um bom tempo que fico desolada com o amor, mas a vida ( e umas pessoas) me fez entender que o poder que eu tenho de conquistar novos amores é muito forte. Não que eu seja a Miss Fodona, mas cá entre nós, que mulher que nunca atraiu um olhar alheio que ataque a primeira pedra!
*carol sendo apedrejada*
Cansei de lutar por um amor bandido, inconquistável, agora vou curtir a vida, minha juventude. E se pensam que eu quero namorar tão cedo, ah, estão enganados, o papo agora e outro malandragem!! (sem malícia)
C, virou mana (:
*carol sendo apedrejada*
Cansei de lutar por um amor bandido, inconquistável, agora vou curtir a vida, minha juventude. E se pensam que eu quero namorar tão cedo, ah, estão enganados, o papo agora e outro malandragem!! (sem malícia)
C, virou mana (:
sábado, 3 de julho de 2010
Precipício
Estávamos conversando à beira do precipício. Havia uma vista bonita dali, o crepúsculo e algumas estrelas decoravam o céu. No entanto, a aura dele estava perturbada; a passividade da paisagem contrastava com seu olhar amedrontado e úmido. Conforme a conversa corria, seu humor ia mudando drasticamente. Ficava com raiva, dizia grosserias, ficava triste e começava a tremer, seu olhar se perdia, resquícios de lágrima apareciam, embora não caíam.
Não estávamos conversando nada de muito importante, de fato. Estávamos apenas refletindo sobre a vida, sobre alguns sentimentos, alguns acontecimentos talvez. Entretanto, as oscilações iam se acentuando. Ele se descontrolava cada vez mais, seu corpo denunciava seu estado interior. Cada problema comentado era intensificado, cada dor anunciada abria todas as cicatrizes dificilmente fechadas, cada alegria contada aos risos era diminuída, como se não tivesse importância... Algo estava errado.
Ao fim, houve uma explosão. Ele gritou de pavor, se desequilibrou e caiu do precipício. Por um momento, fechou os olhos e esperou pela sua morte, mas sentia-se vivo ainda. Eu estava segurando-o, não o deixaria cair. Quando nossos olhares se encontraram, lágrimas corriam de seu rosto, ao mesmo tempo que suplicava para largá-lo. Dizia que não, que não o soltaria, no entanto, não poderia aguentá-lo se ele não fizesse esforço para subir. Comecei a chorar, sua mão escorregava, não conseguiria salvá-lo. Gritava para que agarrasse meu braço, em meio aos meus soluços de raiva e desesperançados. Minha mão tremia, desviei o olhar para não ter a cena que se seguiria nas minhas memórias, mas senti suas mãos no meu braço e o puxei para cima com toda minha força.
Uma vez sob o mesmo chão de novo, eu e ele continuamos chorando, olhei para o céu, agora totalmente estrelado. Não dissemos nada por um momento, depois o abracei, mesmo não sabendo se era o melhor a ser feito. Ele estava tremendo e hesitou em corresponder, mas o fez. Perguntou porquê o havia salvado, porquê não o havia deixado cair. Olhei para ele com uma expressão séria, mas desviei o rosto para o abismo e disse: "Por quê é o que os amigos fazem. Mas eu só consegui te ajudar porque você aceitou a ajuda. Caso contrário, não teria o que fazer."
- J.
Não estávamos conversando nada de muito importante, de fato. Estávamos apenas refletindo sobre a vida, sobre alguns sentimentos, alguns acontecimentos talvez. Entretanto, as oscilações iam se acentuando. Ele se descontrolava cada vez mais, seu corpo denunciava seu estado interior. Cada problema comentado era intensificado, cada dor anunciada abria todas as cicatrizes dificilmente fechadas, cada alegria contada aos risos era diminuída, como se não tivesse importância... Algo estava errado.
Ao fim, houve uma explosão. Ele gritou de pavor, se desequilibrou e caiu do precipício. Por um momento, fechou os olhos e esperou pela sua morte, mas sentia-se vivo ainda. Eu estava segurando-o, não o deixaria cair. Quando nossos olhares se encontraram, lágrimas corriam de seu rosto, ao mesmo tempo que suplicava para largá-lo. Dizia que não, que não o soltaria, no entanto, não poderia aguentá-lo se ele não fizesse esforço para subir. Comecei a chorar, sua mão escorregava, não conseguiria salvá-lo. Gritava para que agarrasse meu braço, em meio aos meus soluços de raiva e desesperançados. Minha mão tremia, desviei o olhar para não ter a cena que se seguiria nas minhas memórias, mas senti suas mãos no meu braço e o puxei para cima com toda minha força.
Uma vez sob o mesmo chão de novo, eu e ele continuamos chorando, olhei para o céu, agora totalmente estrelado. Não dissemos nada por um momento, depois o abracei, mesmo não sabendo se era o melhor a ser feito. Ele estava tremendo e hesitou em corresponder, mas o fez. Perguntou porquê o havia salvado, porquê não o havia deixado cair. Olhei para ele com uma expressão séria, mas desviei o rosto para o abismo e disse: "Por quê é o que os amigos fazem. Mas eu só consegui te ajudar porque você aceitou a ajuda. Caso contrário, não teria o que fazer."
- J.
Cobiça
Ele segurava a mão dela, abraçava-a, beijava-a na testa. Dizia com fervor: "Eu te amo", e o olhar dela correspondia.
Enquanto caminhavam naquele campo repleto de vagalumes, que dançavam descontroladamente, eu os observava ao longe, com certa curiosidade, sobre o que seria aquele tal amor que ambos diziam ter um pelo outro. Entretanto, sentia-o. Era uma sensação cálida, que por mais que não me pertencesse, a respirava. Como o vento, batia no meu rosto e agitava o meu cabelo, mas não conseguia pegá-lo para mim. Tal emoção não era minha.
Fiquei um pouco confusa, talvez triste por não entender. Era algo tão bonito, tão terno, que não pude evitar a cobiça. Porém, algum tempo depois, foi como se algo tivesse me contado que por mais que aquele sentimento não me pertencesse, se eu conseguia percebê-lo, era porque eu o tinha. Só era algo adormecido.
- J.
Enquanto caminhavam naquele campo repleto de vagalumes, que dançavam descontroladamente, eu os observava ao longe, com certa curiosidade, sobre o que seria aquele tal amor que ambos diziam ter um pelo outro. Entretanto, sentia-o. Era uma sensação cálida, que por mais que não me pertencesse, a respirava. Como o vento, batia no meu rosto e agitava o meu cabelo, mas não conseguia pegá-lo para mim. Tal emoção não era minha.
Fiquei um pouco confusa, talvez triste por não entender. Era algo tão bonito, tão terno, que não pude evitar a cobiça. Porém, algum tempo depois, foi como se algo tivesse me contado que por mais que aquele sentimento não me pertencesse, se eu conseguia percebê-lo, era porque eu o tinha. Só era algo adormecido.
- J.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
One Night Only
Talk all the talk with a poet's style, tongue like electric, eyes like a child. Buy only wives and the classic cars, live like a saviour, live like the stars. Talk all the talk with a mother's smile, tongue like electric, eyes like a child. Buy all your highs and the classic cars. Die on the front page, just like the stars...
The big screens, the plastic-made dreams, say you don’t want it, say you don’t want it. It's our world, the picture-book girls, say you don’t want it, say you don’t want it. Don’t you ask me if its long my dare, love don’t really mean a thing round here. The fake scenes the plastic-made dreams: say you don’t want it, say you don’t want it.
- J.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Glen Hansard and Marketa Irglova
Take this sinking boat and point it home, we've still got time. Raise your hopeful voice, you have a choice, you've made it now...
Falling slowly, eyes that know me and I can't go back. Moods that take me and erase me and I'm painted black. You have suffered enough and warred with yourself. It's time that you won.
Falling slowly. Sing your melody, I'll sing along.
- J.
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