RECEPÇÃO

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Mal Entendido

Havia tanto que ela gostaria de dizer. Eram tantos problemas, tantos conflitos, que em meio às suas desculpas, tropeçou nas palavras e tudo o que sobrou foi um mal entendido.
O mal entendido culminou de uma forma que encontrar a saída tornou-se uma busca impossível, suas lágrimas embaçavam sua visão, não sabia por onde andava. E em meio aos seus caminhos errôneos, tropeçava mais e mais.

Medo.

- J.

domingo, 5 de setembro de 2010

Força

Costumava ter sentimentos fortes por ti. Nem bons, nem ruins. Fortes.
Arrisco dizer hoje, que tais emoções eram produtos de diversas misturas, em diferentes quantidades, de medo e paz. O resultado seria no mínimo complexo.
Com o passar do tempo, tais sentimentos demonstraram possuir valor anestésico. Eram, no fim, preparativos.

- J.

Sonho Descrito

Ela tentava transpor seu sonho para o papel. Procurava as palavras, mas perdia-se em seu subconsciente.
Procurou em livros, dicionários, pediu ajuda à mestres, mas não conseguia descrever aquilo que vivia implícito em seus pensamentos, não eram suficientes os adjetivos, pronomes ou verbos.
Todavia, ela sempre soube que jamais conseguiria escrever tal momento, e no final, de que lhe serviria? Era preferível deitar em sua cama, fechar os olhos e imaginar, só imaginar.

Largou o papel, a caneta, deitou-se e se pôs a sonhar uma vez mais...

- J.

Torture song on Harry Potter


SOFRI MUITO HAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Genial!

- J.

Então

E não era você quem me desprezava.
Era eu, quem pecava na valorização.


- J.

sábado, 4 de setembro de 2010

Seca e Chuva

Ela ficou fora durante toda aquela noite seca, sentada, admirando as estrelas no calor da madrugada, pensando.
Pôde apreciar o amanhecer. Pensava nele. Pensava em seu orgulho, em não ter dito que o amava quando teve a chance. O primeiro raio solar veio iluminar seu rosto. Olhou para o horizonte, via a grama se movendo, uma brisa leve começou a soprar, trazendo um aroma de chuva.

Toda vez que chovia, lembrava-se dele e daquele fatídico dia, em que se orgulho a fez engolir seus sentimentos. Ela entendia que dificilmente o veria agora, mas contentava-se em saber que lembraria-se dele a cada gota de chuva, por isso desejava que os dias secos passassem depressa. Olhou para o céu, sentiu que ia chover, mas ao olhar para o horizonte, viu que o aroma de chuva era ele, vindo em sua direção.

E o efeito foi como a primeira chuva depois de vários dias secos. Ela sentia-se feliz, tranquila, completa. Ficaram encarando-se por um longo minuto, quando o céu anunciou a verdadeira chuva. Com as primeiras gotas, encontraram-se abraçados, enlaçados, presos um ao outro. A seca precisava de água, assim como a chuva necessitava alguém que a aceitasse.

- J.