Parei aqui num lugar qualquer,
não consigo mais dizer quem sou,
perdi a memória.
As fotos já não fazem nenhum sentido,
me traga de volta, me leve para casa,
eu não consigo ficar aqui só.
Venha e me ajude a voar.
Me empreste suas asas.
Vou trocá-las pelo mundo,
por tudo o que tenho,
vou trocá-las esta noite
por tudo o que tenho.
(Tokio Hotel - Hilf Mir Fliegen) Incrível mesmo é encontrar em algumas músicas absolutamente tudo o que se quer dizer...
- J.
about: freakies - blog aleatório, de duas amigas aleatórias, que postam coisas aleatórias, é
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Perdidos
Algo está errado. Tragicamente errado.
Como aqueles tempos puderam ir embora, tão... rápido?
- Por favor, me esqueça se for a sua consciência quem me chama. Não quero ser um tormento na sua mente, um peso, um estorvo. Estou fazendo isso por você e por mim, podemos terminar logo com esse teatro e reconhecer que já não faço mais diferença, isso se um dia fiz. Não me leve a mal, mas há um quê de indiferença no seu olhar, o que realmente me entristece... Entretanto, somos ambos culpados, ambos perdidos.
Assumirei meu lugar, me contentarei com algumas memórias; observá-lo de longe não é algo necessariamente ruim, é como conversar com sua alma e a minha.
"I thought that you'd be here by now.
There's nothing but the rain, no footsteps on the ground, I'm listening but there's no sound."
- J.
Como aqueles tempos puderam ir embora, tão... rápido?
- Por favor, me esqueça se for a sua consciência quem me chama. Não quero ser um tormento na sua mente, um peso, um estorvo. Estou fazendo isso por você e por mim, podemos terminar logo com esse teatro e reconhecer que já não faço mais diferença, isso se um dia fiz. Não me leve a mal, mas há um quê de indiferença no seu olhar, o que realmente me entristece... Entretanto, somos ambos culpados, ambos perdidos.
Assumirei meu lugar, me contentarei com algumas memórias; observá-lo de longe não é algo necessariamente ruim, é como conversar com sua alma e a minha.
"I thought that you'd be here by now.
There's nothing but the rain, no footsteps on the ground, I'm listening but there's no sound."
- J.
sábado, 12 de junho de 2010
Er
He wrote her a letter, telling her all about his feelings and how she was the most beautiful girl he had ever seen. He also wrote her a poem begging her to be with him.
As she ended up reading them, she could only stare at those words and ask herself: It's not for me. He was mistaken about the addressee...
- J.
(ps: devem ter erros meio mutantes aí, mas enfim, se quiser corrigir, corrige com carinho.. hahah)
As she ended up reading them, she could only stare at those words and ask herself: It's not for me. He was mistaken about the addressee...
- J.
(ps: devem ter erros meio mutantes aí, mas enfim, se quiser corrigir, corrige com carinho.. hahah)
Chance
- Então, suponho que você esteja feliz depois do que você soube!
- Ah, eu até estou, mas é meio utópico...
- Como você sabe?
- Olha, não vamos fugir da realidade, tá? Ele não gosta de mim, o que aconteceu foi só um momento, um erro, talvez... Logo ele conserta.
- Credo, como você pôde inventar essa história na sua cabeça?
- Não inventei, é a verdade, a realidade. O que tende e provavelmente acontecerá.
- Por quê você não se dá uma chance? Isso é realmente irritante...
- Não dá pra eu me dar uma chance com uma realidade estampada na minha cara.
- Não é a realidade, é a realidade da sua cabeça e ela nunca esteve muito certa. Você dizia a mesma coisa sobre aquele outro lá, como era o nome dele...?
- Não importa. Mas com relação à esse outro, é verdade, ele nunca gostou de mim.
- O que você precisa para acreditar que ele gostava? Todo mundo te diz isso...
- Não é o que eu preciso. É o que eu precisei.
- ...
- Acho que eu só estou com medo. Da última vez que eu me dei uma chance, eu caí. É um trauma, procure entender...
- Eu entendo. Mas se você nunca mais se der uma chance, seu destino vai ser preenchido pelos seus medos. E eu consigo ler no seu rosto, que isso é o que você mais teme: ser tomada pela sua própria escuridão.
- J.
- Ah, eu até estou, mas é meio utópico...
- Como você sabe?
- Olha, não vamos fugir da realidade, tá? Ele não gosta de mim, o que aconteceu foi só um momento, um erro, talvez... Logo ele conserta.
- Credo, como você pôde inventar essa história na sua cabeça?
- Não inventei, é a verdade, a realidade. O que tende e provavelmente acontecerá.
- Por quê você não se dá uma chance? Isso é realmente irritante...
- Não dá pra eu me dar uma chance com uma realidade estampada na minha cara.
- Não é a realidade, é a realidade da sua cabeça e ela nunca esteve muito certa. Você dizia a mesma coisa sobre aquele outro lá, como era o nome dele...?
- Não importa. Mas com relação à esse outro, é verdade, ele nunca gostou de mim.
- O que você precisa para acreditar que ele gostava? Todo mundo te diz isso...
- Não é o que eu preciso. É o que eu precisei.
- ...
- Acho que eu só estou com medo. Da última vez que eu me dei uma chance, eu caí. É um trauma, procure entender...
- Eu entendo. Mas se você nunca mais se der uma chance, seu destino vai ser preenchido pelos seus medos. E eu consigo ler no seu rosto, que isso é o que você mais teme: ser tomada pela sua própria escuridão.
- J.
Tragédia e Comédia
"Para os que pensam, a vida é uma comédia. Para os que sentem, é uma tragédia"
Pode ser considerada a mais pura verdade, afinal, a vida, no fim, não passa de memórias e são somente elas que vão caminhar conosco até o fim. Pensando de forma racional, vamos todos virar pó quando tudo acabar, seremos queimados ou enterrados, então, nada mais conveniente que sorrir perante tudo, se vai acabar de qualquer forma...
Por outro lado, para aqueles que sentem, é realmente uma tragédia, graças à instabilidade. Ora sorrimos, ora choramos e ficamos nessa até o fim, praticamente nas mãos do destino, porque não há como julgar nossas ações em certas ou erradas.
No entanto, o ser humano tem sentimentos acima de sua racionalidade, ainda não somos robôs. Podemos concluir que não dá pra definir o conceito da vida, sendo ela uma eterna e intrigante contradição.
- J.
Pode ser considerada a mais pura verdade, afinal, a vida, no fim, não passa de memórias e são somente elas que vão caminhar conosco até o fim. Pensando de forma racional, vamos todos virar pó quando tudo acabar, seremos queimados ou enterrados, então, nada mais conveniente que sorrir perante tudo, se vai acabar de qualquer forma...
Por outro lado, para aqueles que sentem, é realmente uma tragédia, graças à instabilidade. Ora sorrimos, ora choramos e ficamos nessa até o fim, praticamente nas mãos do destino, porque não há como julgar nossas ações em certas ou erradas.
No entanto, o ser humano tem sentimentos acima de sua racionalidade, ainda não somos robôs. Podemos concluir que não dá pra definir o conceito da vida, sendo ela uma eterna e intrigante contradição.
- J.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Conclusão
Pode-se dizer que no fim, tudo acabou bem.
Demorou? Muito. Achei que nunca teria fim, aquele vai e vem de sentimentos, emoções desconhecidas, que eu acabava trancando numa gaveta e esperava pelo o dia que elas sairiam e me cobrariam respostas para tudo que deixei subtendido dentro de mim mesma.
Sempre que resolviam sair, essas emoções esquisitas e deformadas causavam o maior estrago (já que eu nunca soube como resolvê-las), mas chega um ponto, que tudo cansa e deduzo que tanto eu, quanto esses bichinhos infelizes, cansamos. Cansamos de brigar, de cobrar respostas para quem não as tinha. Erguemos as bandeiras brancas e aqui estamos nós. Há ainda uma lacuna significativa depois de tudo isso, mas eu e meus sentimentos esdrúxulos, entendemos que ela não era pra ser preenchida, pelo menos não agora.
Algumas coisas ficam melhores subtendidas mesmo, faltam palavras, falta coragem, excesso de orgulho, além do mais.
- J.
Demorou? Muito. Achei que nunca teria fim, aquele vai e vem de sentimentos, emoções desconhecidas, que eu acabava trancando numa gaveta e esperava pelo o dia que elas sairiam e me cobrariam respostas para tudo que deixei subtendido dentro de mim mesma.
Sempre que resolviam sair, essas emoções esquisitas e deformadas causavam o maior estrago (já que eu nunca soube como resolvê-las), mas chega um ponto, que tudo cansa e deduzo que tanto eu, quanto esses bichinhos infelizes, cansamos. Cansamos de brigar, de cobrar respostas para quem não as tinha. Erguemos as bandeiras brancas e aqui estamos nós. Há ainda uma lacuna significativa depois de tudo isso, mas eu e meus sentimentos esdrúxulos, entendemos que ela não era pra ser preenchida, pelo menos não agora.
Algumas coisas ficam melhores subtendidas mesmo, faltam palavras, falta coragem, excesso de orgulho, além do mais.
- J.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
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